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  • 27out

    BLOG DO JOSIAS DE SOUZA/FOLHA ONLINE

                                                                                                                                                                                      

    O nome do novo ministro do Esporte deve ser definido nesta quinta (27), em reunião de Dilma Rousseff com o presidente do PCdoB, Renato Rabelo.

    Ficou entendido que, a despeito de todas suspeitas, o comunismo do ‘B’ continuará no comando da pasta. Resta definir o nome.

    Dilma gostaria que fosse Flávio Dino (MA), atual presidente da Embratur. Rabelo e a maioria da cúpula da legenda preferem o deputado Aldo Rebelo (SP).

    Se for mantido o critério adotado por Dilma na troca de ministros do PMDB, a vontade do PCdoB deve prevalecer. Nessa hipótese, Aldo iria à Esplanada.

    O nome de Dino pingou dos lábios de Dilma na noite de terça (25), dia em que o STF abriu inquérito contra Orlando Silva e a presidente decidiu livrar-se dele.

    Àquela altura, trabalhava-se com a hipótese de o PCdoB manter a atitude de resistência à queda de Orlando.

    Coube ao ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) informar ao PCdoB sobre a mudança dos ventos.

    A cúpula da legenda reuniu-se, ainda na noite de terça, no apartamento funcional de Aldo. O encontro entrou pela madrugada de quarta (26).

    Pela manhã, em nova conversa com Gilbertinho, como Dilma chama seu ministro ‘faz-tudo’, os comunistas reportaram ao Planalto as deliberações da madrugada.

    O PCdoB entregou os pontos quanto à saída de Orlando. E levou à mesa o nome de Aldo, ex-ministro de Lula (Coordenação Política) e ex-presidente da Câmara.

    A principal derrota legislativa da curta gestão de Dilma traz as digitais de Aldo. Foi ele quem relatou, na Câmara, o projeto de novo Código Florestal.

    Aldo produziu um texto festejado pela bancada ruralista e execrado por Dilma. Para nomeá-lo, a presidente terá de relevar o desgosto.

    De resto, o Planalto enxerga em Aldo um “amigo” do presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

    O deputado presidiu a CPI que perscrutou os negócios da CBF com a Nike. No curso das apurações, tornou-se desafeto de Teixeira.

    A CPI terminou como tantas outras. Deu em nada. E Aldo, lamenta-se no Planalto, terminou se achegando ao cartola da CBF.

    Dilma preferia Flávio Dino por enxergar nele um perfil mais condizente com as atuais necessidades do Ministério do Esporte.

    Antes de ingressar na política, Dino atuara como juiz federal durante 12 anos, no Maranhão.

    Dilma imaginava que, levado a uma pasta que reclama intervenções saneadoras, os pendores de magistrado de Dino falariam mais alto que sua filiação partidária.

    Publicado por jagostinho @ 09:14



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