Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 26out

    BBC BRASIL

    "Ocupe Wall Street. Getty"

    Enquanto cresce nos Estados Unidos o temor de que a crise econômica se agrave, novos dados divulgados nesta terça-feira indicam que, para os consumidores americanos, o clima já é de recessão.

    O Índice de Confiança do Consumidor medido mensalmente pelo Conference Board (organização privada de pesquisa econômica) caiu 6,6 pontos em outubro, chegando a 39,8, o nível mais baixo desde março de 2009.

    O resultado ainda está acima do verificado no auge da recessão, quando o índice caiu para menos de 30, mas continua bem aquém do patamar de 90, considerado sinal de que a economia vai bem.

    Para analistas, que esperavam um índice de 46 em outubro, o resultado reflete o pessimismo dos americanos, alimentado por um ritmo de recuperação econômica insuficiente para baixar a alta taxa de desemprego – que há mais de dois anos gira em torno de 9% -, pela apreensão sobre o futuro da crise de dívida nos países da zona do euro e pela volatilidade nos mercados.

    ‘A confiança do consumidor mergulhou em outubro, caindo ainda mais profundamente em um território de recessão’, diz o economista Chris Christopher, da consultoria IHS Global Insight.

    ‘Alguns americanos já ocuparam as ruas para mostrar sua raiva’, afirma o analista, ao citar os protestos iniciados em Nova York, com o movimento batizado de ‘Ocupe Wall Street’, que se espalharam por todo o país.

    Apesar de reunir diferentes grupos e não ter um conjunto de propostas claras, o movimento tem em comum o descontentamento com o aumento da pobreza e da desigualdade nos Estados Unidos.

    Os problemas atuais já foram admitidos pelo próprio presidente Barack Obama, que reconhece que os americanos estão ‘frustrados’ e enfrenta uma campanha difícil à reeleição, diante da decepção dos eleitores com os rumos da economia.

    Comércio

    Os dados divulgados nesta terça-feira foram coletados entre 1º e 13 de outubro.

    Segundo o Conference Board, o índice de expectativa dos consumidores também caiu ao nível mais baixo desde março de 2009, passando para 48,7.

    O índice que mede o sentimento dos consumidores com a situação presente caiu sete pontos, para 26,3, o menor desde novembro do ano passado.

    Em um momento em que 14 milhões de americanos estão desempregados, 96,6% dos entrevistados disseram que os empregos são difíceis de encontrar ou não são abundantes.

    Em um país em que o consumo das famílias é o principal componente do PIB (Produto Interno Bruto), o Índice de Confiança do Consumidor é observado atentamente..

    Os novos dados aumentam a preocupação do setor de comércio, que se prepara para as vendas de fim de ano.

    ‘Como o sentimento do consumidor não vai ser de muito ânimo durante a estação de compras nos feriados de fim de ano, as lojas deverão promover descontos maiores e mais cedo, na tentativa de conquistar uma fatia do mercado e manter o público passando por suas portas’, diz Christopher.

    Mercado imobiliário

    Os indicadores da confiança do consumidor foram divulgados no mesmo dia em que novos dados sobre o mercado imobiliário revelam um cenário ainda frágil.

    Segundo o índice S&P/Case-Shiller, os preços das residências nas 20 maiores cidades americanas registraram alta de 0,2% entre julho e agosto deste ano.

    No entanto, quando comparados a agosto do ano passado, os preços caíram 3,8%.

    ‘Levando-se em conta como o mercado imobiliário está fraco neste ano, é surpreendente que os preços não tenham caído ainda mais’, diz o economista Patrick Newport, da IHS.

    De acordo com Newport, a situação ainda deve piorar.

    ‘Se a economia entrar em recessão (probabilidade de 40%, segundo nossa avaliação), a taxa de desemprego vai subir, aumentando o número de execuções hipotecárias e levando a uma queda ainda maior nos preços das residências’, afirma.

    Publicado por jagostinho @ 12:04



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Uma resposta

WP_Cloudy
  • Matahari Disse:

    Enquanto isso no Parana, o nosso governador Playboy quer cobrar pedágio por quilômetro rodado. Isso demonstra a imbecilidde desse moleque que não entende nada de administração pública. Quem mais transita em rodovias são aqueles que dependem dela para o seu trabalho. Os caminhões que transportam cargas e as emprêsas de onibus de passageiros, serão os grandes prejudicados com essa decisão e, a despesa será repassada obrigatóriamente ao preço dos produtos, encarecendo ainda mais o custo de vida. O transporte profissional pagará pelo transporte de passeio pesando no bôlso do contribuinte. Imaginem o custo disso para essas emprêsas. O transporte de grãos, por ocasião da safra será de tal monta encarecido que poderá se tornar proibitivo até o Pôrto de Paranagua, que escoa para fora do País, um dos maiores volumes de comodity do mundo. Incompetente, imbecil, mas, inteligente para defender interesses de concessionárias de pedágio.

    Responder

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.