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  • 13out

    BEM PARANÁ/IVAN SANTOS

    Dilma e Glesi: ministra da Casa Civil acompanha presidente (foto: Franklin de Freitas)

    A presidente Dilma Rousseff retorna hoje a Curitiba pela primeira vez desde a campanha eleitoral de 2010, para anunciar investimentos na construção do metrô da Capital paranaense, já de olho nas eleições de 2012 e 2014.

    Dilma volta à cidade acompanhada da ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata do PT ao governo do Estado para 2014, com a intenção de capitalizar eleitoralmente o fato do governo federal ser responsável por mais da metade do custo total da obra, vista como vital para melhorar o transporte público e o trânsito da Capital, que enfrenta grave crise na gestão do atual prefeito Luciano Ducci (PSB).

    O custo total da obra é avaliado em R$ 2,2 bilhões. O governo federal deverá investir R$ 1,75 bilhão, sendo R$ 1 bilhão a fundo perdido do Orçamento Geral da União (OGU) e cerca de R$ 700 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), segundo Gleisi Hoffmann.

    O projeto prevê ainda investimentos de R$ 300 milhões do governo do estado. Da prefeitura, estão previstos somente R$ 150 milhões.

    Dilma volta à capital paranaense no momento em que o atual prefeito – candidato à reeleição no ano que vem – enfrenta grave crise envolvendo a gestão do trânsito na Capital.

    Na última segunda-feira, Ducci anunciou a criação de uma Secretaria Municipal do Trânsito em substituição à Diretoria de Trânsito, vinculada à Urbs.

    A decisão foi anunciada pouco menos de um mês depois que a Justiça proibiu a Urbs de continuar emitindo multas, por ser uma sociedade de economia mista com caráter parcialmente privado, e portanto, não possuir poder de polícia.

    A extinção da Diretran também ocorreu poucos dias depois da diretora de trânsito da Urbs, Rosângela Battistela, pedir demissão do cargo após a divulgação de um vídeo em que ela admitia ter estacionado em uma vaga reservada a idosos.

    Além disso, Ducci enfrenta também outra crise, só que política, por conta das denúncias envolvendo a gestão do presidente da Câmara de Vereadores, João Cláudio Derosso (PSDB), relativas a suspeitas de irregularidades em contratos de publicidade da Casa.

    As denúncias apontam a contratação da Oficina da Notícia, de propriedade da jornalista e atual esposa de Derosso, para serviços de publicidade, por R$ 5,1 milhões.

    Derosso é o maior aliado do prefeito no Legislativo, e chegou a ser cotado como potencial candidato a vice de Ducci para o ano que vem.

    No momento, ele enfrenta um processo no Conselho de Ética da Câmara, que recomendou a suspensão de seu mandato por 90 dias, além da investigação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

    A presidente também retorna a Curitiba no momento em que o PT paranaense ensaia uma aproximação com a pré-candidatura do ex-deputado federal Gustavo Fruet à prefeitura da Capital.

    Fruet deixou o PSDB em julho e filiou-se na semana passada ao PDT do ex-senador Osmar Dias, partido que integra nacionalmente a base do governo Dilma.

    Osmar já declarou que gostaria de ter o apoio dos partidos da base governista federal à candidatura de Fruet, incluindo o PT.

    O apoio ao ex-deputado é defendido por integrantes da cúpula petista estadual, entre eles o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido da chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

    Na avaliação deles, Fruet é o único candidato de oposição com viabilidade eleitoral para derrotar o grupo do atual prefeito Luciano Ducci no ano que vem.

    Publicado por jagostinho @ 09:12



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Uma resposta

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  • Valmor Stédile Disse:

    A aproximação de Gustavo Fruet com o Partido dos Trabalhadores é caminho natural e segue a lógica dos fatos políticos nacionais, porém no tocante à concretização de eventuais alianças a intenção do pré-candidato pelo que se percebe é definir essas questões somente em 2012, entre os dias 10 e 30 de junho. Postura a meu ver correta, de respeito às instituições partidárias porque estas só podem mesmo decidir seus rumos eleitorais e políticos no período das convenções e aí considerando as circunstâncias estabelecidas e os entendimentos possíveis.

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