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  • 11out

    AGÊNCIA ESTADO

    O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu defendeu nesta segunda-feira (10), em São Paulo, um acordo para definir o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.

    Durante o lançamento de seu livro “Tempos de Planície”, o ex-ministro disse que as decisões do partido devem considerar a força política da senadora Marta Suplicy (que disputa indicação com o ministro da Educação, Fernando Haddad, preferido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva).

    “Eu trabalho com um acordo. Não há vitória sem a Marta, isso temos de ter consciência. Qualquer solução passa por ela dentro do partido, que sabe disso. É só ir na periferia e ver a popularidade e a força dela”, afirmou.

    Para Dirceu, o PT tem chances de ganhar a sucessão municipal de 2012 em qualquer cenário, seja com Haddad, Marta, o senador Eduardo Suplicy ou ainda os deputados federais Carlos Zarattini e Jilmar Tatto.

    “Com Haddad ou com a Marta também, não necessariamente só com Haddad”, disse Dirceu, sem revelar qual é o seu pré-candidato favorito.

    Os petistas que compareceram ao evento se mostraram em sintonia com Dirceu.

    “Não queremos disputa com a Marta, derrotar a Marta é derrotar o PT em São Paulo. Se derrotar o Haddad também não é bom porque é a derrota do Lula e, se o Lula for derrotado, não tem vitória”, avaliou o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.

    Já o presidente do PT estadual, Edinho Silva, apelou para uma solução negociada que evitasse a prévia. “Gostaria que não houvesse prévia porque a derrota da Marta é a derrota do PT”, considerou.

    O ex-ministro também comentou a filiação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles ao PSD do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

    Na opinião de Dirceu, embora Meirelles tenha prestígio e já tenha sido o deputado federal mais votado em Goiás, a situação muda de figura quando se trata da capital paulista.

    “Ele é um candidato que temos que respeitar, mas não acredito que em São Paulo tenha chances, francamente”, desdenhou.

    Para o ex-ministro, PT, PSDB, PMDB e a figura pessoal de Kassab ocupam todo o cenário político em 2012 e, por isso, não haveria chances de Meirelles se viabilizar como candidato forte em apenas um ano.

    Esse é o segundo evento de lançamento da coletânea de 73 artigos publicados de 2006 a 2010 pelo ex-ministro.

    Prestigiaram Dirceu antigos colegas de guerrilha e companheiros do PT paulista, como o ex-deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh, além de Edinho Silva e Emídio de Souza.

    No meio da noite, a fila para pegar autógrafos e tirar fotos com Dirceu ultrapassou o número de 100 pessoas.

    Publicado por jagostinho @ 10:15



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • MÍRIAM Disse:

    DEPOIS NEGA ESTAR METIDO EM POLÍTICA, ME ENGANA DIRCEU , ME ENGANA, QUE EU NÃO GOSTO!

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