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  • 03out

    AGÊNCIA ESTADO

    Presidente Dilma Rousseff, na chegada a Bruxelas

    A presidente Dilma Rousseff começa nesta segunda-feira, por Bruxelas, um esforço de aproximação com a União Europeia no momento em que a zona do euro atravessa a pior crise de sua história.

    Com o objetivo de aumentar a parceria comercial, que no primeiro semestre atingiu um nível recorde, a presidente vai tentar avançar nas negociações  por um acordo de livre comércio entre a União europeia e o Mercosul, cujas discussões foram retomadas em 2010, mas ainda não resultaram em efeitos práticos.

    A quinta reunião de cúpula do bloco com o Brasil, seu “parceiro estratégico”, acontece sob o signo da crise das dívidas soberanas da Europa.

    Há 10 dias, as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que os países Bric estavam dispostos a auxiliar os europeus a enfrentar a turbulência causaram grande repercussão nas maiores capitais, como Berlim e Paris.

    A proposta não foi levada adiante, mas Dilma foi a Bruxelas com uma mensagem: a parceria com o Brasil pode ser um dos caminhos para a retomada do crescimento na Europa.

    E o Brasil é de fato visto como um dos eldorados das empresas do bloco no mundo emergente.

    Isso porque, apesar da relação histórica, o país representa apenas 2% do comércio exterior da UE, o que o torna o nono parceiro mais importante no mundo.

    Interessadas em ganhar terreno, as empresas europeias apostam forte no mercado brasileiro. E os primeiros resultados começam a aparecer: no primeiro semestre de 2011, o comércio exterior entre os dois lados atingiu um pico histórico.

    As exportações para o Brasil passaram de 14,8 bilhões de euros a 16,9 bilhões de euros, mas o déficit comercial da UE aumentou de 100 milhões de euros para 1,6 bilhão de euros no período.

    Além de comércio, Dilma vai tratar de temas políticos, como o reconhecimento do Estado Palestino, e ambientais, como a reunião Rio+20, prevista para junho de 2012.

    A Europa afirma que pretende levar uma posição agressiva à cúpula. Para discutir esses temas, ela terá reuniões com o rei da Bélgica, Albert II, e com líderes políticos como o primeiro-ministro, Yves Leterme, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

    Seu primeiro compromisso oficial, porém, será com o secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, para discutir os preparativos para a Copa do Mundo de 2014.

     

    Publicado por jagostinho @ 09:32



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