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  • 02out

    AGÊNCIA FIEP – NOTÍCIAS DO SISTEMA

    Cerca de 1.700 pessoas, entre autoridades federais e estaduais, representantes de

    A ministra Gleisi Hoffmann (ao centro, entre Rocha Loures e Campagnolo), representou a presidente Dilma na solenidade (Foto: Mauro Frasson)

    classe e lideranças empresariais de todo Paraná, prestigiaram nesta sexta-feira (30) a posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), que tem como presidente o industrial Edson Campagnolo.

    Ele assume o cargo ocupado por Rodrigo da Rocha Loures, que conduziu a federação durante os últimos oito anos.

    Eleita no último dia 3 de agosto, a nova diretoria irá comandar a entidade pelos próximos quatro anos, com o compromisso de defender a competitividade da indústria paranaense.

    A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, compareceu à cerimônia representando a presidente Dilma Rousseff.

    Para a ministra paranaense, a nova diretoria será uma parceira no desenvolvimento econômico e social do Estado.

    “O presidente Campagnolo tem um espírito dedicado às causas da indústria paranaense e dará continuidade ao trabalho do Rodrigo da Rocha Loures, que fez com que a Fiep se aproximasse da população paranaense.”, afirmou.

    Em seu discurso, Campagnolo agradeceu inicialmente o apoio recebido da família desde o início de sua trajetória empresarial.

    Agradeceu também Rodrigo da Rocha Loures, tanto por o ter escolhido para sucedê-lo quanto pelo legado que ele deixa na Federação.

    “Uma entidade organizada, com inúmeros programas e projetos para serem implementados. E cabe a mim e à nova diretoria a responsabilidade da condução destes a partir de hoje”, destacou.

    O novo presidente da Fiep também relembrou a eleição da entidade, afirmando que o processo recebeu ingerência de forças “no mínimo estranhas e nada habituais” numa instituição empresarial.

    “O que me preocupou neste processo é que este jogo, não tão limpo, escancarou algumas práticas que infelizmente fazem parte das eleições e da vida político-partidária, numa afronta a nossa democracia.

    Mas os 75% dos votos que conseguimos consolidaram e blindaram nossa entidade de toda e qualquer intenção daqueles que não tenham o DNA de industrial. Temos hoje uma Fiep independente”, declarou.

    Publicado por jagostinho @ 15:47



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