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  • 25jul

    UOL/NOTÍCIAS

     

    A quase um ano do início das Olimpíadas de Londres, a capital inglesa já pensa no legado que deixará para a sua população após os jogos.

    Os planos incluem benfeitorias para os próximos 25 anos, principalmente para as regiões mais pobres de Londres.

    A escolha da região de Stratford, na zona leste, para abrigar o parque olímpico se deu justamente por ser uma das menos desenvolvidas.

    “Com os jogos, esperamos mudar essa realidade, atraindo mais investimentos e eliminando o estigma da região”, diz Rob Ellwood, consultor do London Borough of Tower Hamlets, um dos seis bairros escolhidos para receber os jogos.

    O metrô e o trem de superfície estão passando por um processo de expansão para tornar o acesso ao centro mais rápido.

    Parte das margens dos canais que conectam a bacia de Limehouse, perto de Canary Wharf, importante centro empresarial e econômico, ao Parque Olímpico Rainha Elizabeth já foram limpas e estão sendo recuperadas.

    “Queremos arrumar as calçadas para tornar um passeio agradável para quem quiser ir a pé”, conta Mark Blackwell, gerente de projetos da British Water Ways.

    Os canais também vão ganhar mais vida com um novo serviço de barco, que deve abrir ao público dentro de duas semanas.

    “Os jogos serviram de incentivo para resgatar algo que há muito precisava ser feito”, explica Peter Coleman, diretor da Water Chariots, empresa que detém contrato para administrar o serviço por 15 anos. Durante os jogos, 26 embarcações, com capacidade para até 80 pessoas, farão o trajeto de 35 minutos.

    O bilhete unitário será de 20 libras (cerca de R$ 50). “Mas não será apenas um meio de transporte, será uma diversão. Vamos oferecer bebidas ao som de jazz”, diz.

    Evitar “elefantes brancos”

    Outra estratégia dos organizadores de Londres é fugir dos chamados “elefantes brancos”.

    Os jogos de Pequim e de Atenas foram muito criticados porque fizeram arenas muito grandes e que hoje têm pouca utilização.

    Nesse sentido, a capital inglesa prepara-se para seguir o caminho oposto.

    O parque foi planejado para usar estruturas desmontáveis, que permitem a redução de espaços com o fim dos jogos para se adequar à vida da cidade.

    O material retirado servirá para outras construções. “O segredo é fazer isso assim que os jogos acabem. Não queremos que o parque olímpico fique isolado como uma ilha, queremos fazer essas mudanças o quanto antes para que as pessoas se apropriem logo os espaços”, diz Clive Little, diretor de eventos e programação da Olympic Park Legacy Company, empresa criada especialmente com esse fim.

    Durante a competição, o principal estádio terá capacidade para 80 mil lugares, que depois serão reduzidos para 25 mil.

    O Aquatics Centre abrigará até 17.500 pessoas e, após as olimpíadas, ficará com 2.500 assentos permanentes, que poderão ser ampliados para 3.500.

    O local, com duas piscinas de 50 metros, ficará à disposição de atletas e da população em geral.

    A vila olímpica onde os atletas ficarão hospedados será convertida em 2.800 apartamentos.

    Também há a previsão de construir oito mil novas residências, 35% destinadas à população de baixa renda.

    Em 20 anos, espera-se que estejam prontos cinco novos bairros no entorno, com 11 escolas e creches e 3 clínicas de saúde.

    O primeiro deles começará a ser construído em 2014.

    Publicado por jagostinho @ 18:51



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Uma resposta

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  • elias glaucio Disse:

    Enquanto isso no Brasil,o governo só está preocupado com ganho eleitoral dos jogos.

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