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  • 20jul
    .”

    O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou ontem que seu grupo dentro do PT está “acompanhando de perto” a possível candidatura de Gustavo Fruet (sem partido) para a prefeitura de Curitiba.
    Ele confirmou que poderia haver uma coligação envolvendo os petistas para tentar eleger o ex-deputado.

    Desde que deixou o PSDB, na semana passada, em busca de um novo partido, Fruet é considerado o principal nome na disputa contra o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), que deverá tentar a reeleição em 2012.

    Ontem, outro partido, o PV, oficializou o convite para que Fruet entre no partido.

    “Não vou negar que nós estamos olhando com atenção essa situação”, disse o ministro.

    Segundo Bernardo, embora o PT ainda tenha de discutir se terá ou não candidatura própria, uma coligação com outros partidos poderia ter pontos positivos.

    Segundo ele, a eleição de 2010, quando o PT deixou de ter candidato ao governo do Paraná para apoiar Osmar Dias (PDT) mostra isso.

    “Fizemos uma senadora, um deputado federal a mais e um deputado estadual a mais”, afirmou.

    Bernardo, casado com a mi­­nistra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, é parte do grupo mais influente dentro do PT paranaense hoje.

    Outra ala petista, representada pelo deputado federal Dr. Rosinha e pelo deputado estadual Tadeu Veneri, luta para que a legenda tenha candidato próprio e lançou anteontem uma mobilização para discutir a candidatura.

    Sobre o fato de Fruet ter sido da oposição ao governo Lula no Congresso e de ter feito várias críticas ao PT, Paulo Bernardo afirmou que esse não é um “Fla-Flu”, um “Palmeiras e Corinthians”.

    “O que nós temos que ver é qual é o plano do Fruet para Curitiba. E ver se isso tem relação com o que o partido pensa para a cidade”, afirma o ministro.

    Verdes

    A direção do PV formalizou ontem à tarde o convite para que Fruet ingresse no partido, durante uma reunião com o próprio ex-deputado, em Curitiba.

    A presidente do PV no Paraná, deputada federal Rosane Ferreira, disse que se Fruet resolver tornar-se um “verde”, poderá determinar os rumos do partido da forma que quiser.

    “O PV terá a cara que ele quiser dar ao PV.”

    Na tentativa de atraí-lo à legenda, o deputado estadual Roberto Accioli abriu mão da indicação para presidir o partido em Curitiba e ofereceu o posto a Fruet.

    “Demos todas as possibilidades do Gustavo vir”, disse Rosane.

    A deputada afirmou, porém, ter ciência de que a decisão sobre o futuro de Fruet pode demorar e que o PV está disposto a aguardar.

    “Vamos respeitar o tempo do Gustavo.”

    GAZETA DO POVO

     

     

    Publicado por jagostinho @ 11:08



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