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  • 18jun

    Recebi e repasso para reflexão dos atleticanos

    Nos 87 anos de existência do Atlético, nunca se ouviu falar de disputa, divisão para a escolha dos sucessivos presidentes do Atlético.

    Pelo contrário, havia uma disputa, um confronto sadio, para encontrar e indicar alguém que assumisse a presidência.

    Justifico tal atitude, porque quem assumisse sabia que, terminado a gestão, suas finanças ficariam abaladas. Nunca se ouviu falar que algum presidente tivesse se locupletado pelo cargo.

    Foi assim que em 1995 o Atlético, já com uma dívida em torno de R$ 10.000.000,00, desacreditado teve a feliz presidência de Mário Celso Petraglia, um autêntico atleticano, desbravador, competente administrador, um visionário que, em 13 anos de gestão, transformou o clube, alcançando-o a um patrimônio de R$ 500.000.000,00 e mudou o Atlético da água para o vinho.

    Em 13 anos, construiu o maior centro de treinamento do mundo: o mais moderno estádio do Brasil, segundo a FIFA, embora inacabado, comprou um terreno em anexo ao estádio para construção de uma areninha, para espetáculos com 12.000 lugares, e deixou para seu sucessor R$ 50.000.000,00 em valores de passe de jogadores.

    Visionário, projetou um estádio construído em 1999 para ser sede, da copa do mundo, em 2014, cuja indicação se deu em 2008.

    Como conseqüência de uma gestão eficiente, deu ao Atlético a Taça de Campeonato Brasileiro, fato inédito no futebol paranaense até hoje.

    Não há dúvida, o Atlético tem um marco divisor indelével, antes e depois de Petraglia.

    Diante de tantas conquistas no campo esportivo e no setor patrimonial, surgiram os invejosos, difamadores, sedentos de administrar esse grande e valioso complexo esportivo, Clube Atlético Paranaense.

    No topo da lista desses deslumbrados aparece o polêmico Augusto Mafuz, desafeto de Petraglia , e que tem como espelho o passivo do presidente do Atlético, e outros desconhecidos que pretendem enfim dar sequência, a conclusão da arena da baixada, pelo valor estipulado em R$ 220.000.000,00.

    Diante dessa passividade, inoperância, indefinição de seu presidente em aproveitar essa graciosa doação do Estado e do Município para a conclusão da Arena, no valor de R$ 150.000.000,00, e ao Atlético, se responsabilizar pelo restante de R$ 70.000.000,00 – aparece a solução através de Petraglia.

    Mais uma vez o Atlético é beneficiado por esse visionário que se propõe a terminar a Arena que iniciou por apenas R$ 150.000.000,00 – e se for mais ele assume o excedente.

    O que motiva aos atuais aos atuais mandatários querer pagar R$ 70.000.000,00 a mais???

    Querem por acaso doar a construtora como forma de pagamento, o imóvel reservado para construção da areninha para espetáculos, que é uma grande fonte de rendas?

    É o caso dos verdadeiros atleticanos, conselheiros se reunirem para discutir qual é a melhor proposta e decidirem.

    Quem já demonstrou que faz e nunca falhou, merece crédito. O Clube Atlético é uma empresa e empresa deve ser administrada por empresário, não por gerente mal sucedido e nem por presidente passivo, inseguro e cercado por interesses.

    Ninguém entende por quê se pagar R$ 220.000.000,00 se há quem se compromete fazê-lo por R$ 150.000.000,00.

    Que visão, que interesse, benefícios movem esses mandatários?

    É o que os verdadeiros atleticanos e conselheiros querem e precisam saber antes de se tomar qualquer decisão.

    Por causa desta proposta de Petraglia, Mafuz interesseiro e matreiro jornalista da Tribuna, virou repórter policial, dedicando a crônica do dia 02/06/ 2011 – “Página rasgada” ao seu desafeto com maledicências, insinuações e difamações.

    Tribuna do Paraná, diário cinqüentenário, que recebo e leio diretamente deveria frear, coibir, o uso indevido de certos repórteres, trocando matéria estritamente esportiva para ataques pessoais, visivelmente destrutivos e maledicentes.

    Petraglia, sem jornal, sem essa arma poderosa nas mãos de um mentecapto, se defende como pode na justiça, no fórum.

    A arguta imprensa paranaense acompanhou e testemunhou vertiginosa ascensão do Atlético alertando, inclusive, para que dela não esmoreça o brilho.

    Há, no entanto, lamentavelmente os que dela podem dissentir. É seu juízo e seu direito. O que não é justo, o que não é CORRETO nem ético é que o faça por questões pessoais.

    Na crônica esportiva de Rio e São Paulo, dificilmente se conhecem as cores clubísticas de seus comentaristas ou jornalistas.

    No Paraná é totalmente inverso, só que alguns mais e outros menos, dão demonstração do clube de sua preferência.

    Caso do cronista desportivo Mafuz, é um caso atípico: é odiado pelo Paraná Clube, desprezado pelo Coritiba, e tem apoio de 20% dos desavisados ou mal informados atleticanos, e os 50% ou mais de apoio provem de outros clubes, ainda quando sacam maledicências e difamações contra o ex- presidente Petraglia, que indiretamente afeta o Atlético.

    Mafuz nada produz, só destrói.

    Na história do futebol do Brasil nunca se viu alguém que em pouco tempo tivesse feito tanto por um clube como Petraglia, por isso ele é invejado por muitos clubes, querem tê-lo como Presidente.

    Colega Mafuz, deixe de ser masoquista, mude seu comportamento, sua retórica .

    Você, que se rotula religioso, temente a Deus, pare com essas maledicências, difamações, esse ódio, ameaça à vida alheia, como o caso de Elias Cordeiro, faz mal a sua saúde, e ofende sua crença.

    Largue urgente essa matilha de pseudos-atleticanos, do que você deve
    fazer parte, pelo que se comenta vão se locupletar na construção do resto da
    Arena.

    Mafuz, por eu ser assinante diário da Tribuna do Paraná, me obriga dar uma olhadela em suas crônicas, quando esportivas, para minha higiene mental, embora você continue sendo o que sempre foi, polêmico, inconseqüente e parcial.

    Não queira destruir o Atlético.

    Ame-o ou deixe-o.

    José Picolin – Advogado

    Ex-Diretor, Ex-Conselheiro, Benemérito e sócio do Atlético



    Publicado por jagostinho @ 11:46



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2 Respostas

WP_Cloudy
  • Cesar Teixeira Disse:

    Tá mais para “Petraglia! Ame-o ou deixe-o”

    A coisa lá na baixada tá assim: para o rubro existir, o negro deve morrer e vice-versa.

    Para melhor reflexão: o que é melhor Adhemar de Barros ou Ernesto Geisel?

  • Sebastião Disse:

    O Atlético precisa explicar melhor esse assunto da Arena. Sou coxa, mas tem dinheiro público aí. Então tenho direito de saber.

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