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  • 12jun

    Radar on-line/Lauro Jardim/Veja.com

    De Dilma para Collor

    Pragmatismo acima de tudo – Collor e Dilma: ele representará que tipo de país lá fora? 

     

    Dilma Rousseff ensaiou sua veia política no almoço que ofereceu aos senadores do PTB na terça-feira. Respirou fundo e chegou até ao ponto de convidar Fernando Collor para representar o Brasil em algumas missões internacionais. Não especificou que tipo de compromisso estaria à altura de um ex-presidente como Collor. Deu, no entanto, o exemplo de Bill Clinton, que já fez esse papel diversas vezes desde que deixou a Presidência dos EUA. Comparação naturalmente indevida: Clinton saiu da Casa Branca pela porta da frente. Não é só José Sarney, pelo visto, que acha o impeachment “apenas um acidente na história do Brasil”.

    O desejo de Lula

    Lógica peculiar – Lula: ética flexível 

    Lula ainda na noite de segunda ligou para Antonio Palocci e insistiu: depois da decisão da Procuradoria-Geral da República de não investigá-lo, ele não deveria sair da Casa Civil. Segundo relato de Palocci a amigos, disse Lula com seu pragmatismo que habitualmente manda a ética às favas: “Já mantivemos no cargo companheiros culpados, agora que você tem uma carta de inocência nas mãos por que teria de sair?”. Dilma, porém, não concordou com a extravagante lógica de Lula.

    A propósito, foi de Lula o primeiro telefonema que Palocci atendeu depois de deixar a cerimônia de transmissão do cargo. Marcaram um encontro para esta semana.

    Mais: a demissão de Antonio Palocci foi amadurecida mesmo no fim de semana passado. Depois da entrevista ao Jornal Nacional, Dilma Rousseff ainda sugeriu a Palocci que trocasse a Casa Civil pelo Ministério das Relações Institucionais. Ficaram de sondar o PT, mas a falta de entusiasmo do partido abateu a ideia.

    Emperrado no Senado

    Estaca zero – Meirelles: seu nome já está há três meses no sereno 

     

    Henrique Meirelles foi indicado ao Senado para comandar a Autoridade Pública Olímpica (APO) três meses atrás e… até agora, nada. Não há nem data marcada para a votação do seu nome.

    Se der zebra e não for para a APO, Henrique Meirelles voltará, enfim, para a iniciativa privada. Um dos convites que guarda no bolso do colete é o de Paulo Guedes para tornar-se sócio da BR Investimentos.

    Volta às origens

    Contagem regressiva – O casseta Marcelo Madureira: férias mais curtas que o previsto 

     

    Menos tipos e personagens e mais atualidades. Esse será o tom do projeto que a turma do Casseta & Planeta levará à direção da Globo dentro de duas semanas. Em resumo, será uma espécie de volta às origens, um retorno ao lema “jornalismo mentira, humorismo verdade” que a trupe exibia nos primórdios do programa. A Globo quer reestrear o humorístico já em agosto. Não está definido, porém, em que dia nem como será batizada a nova atração.



    Publicado por jagostinho @ 16:26



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3 Respostas

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  • Nascimento Disse:

    Se a Dilma pode apoiar Collor, a esculhambação está liberada no Brasil. Que coisa.

  • Daniel Disse:

    Esse Casseta e Planeta devia não voltar nunca mais. Ufa.

  • TERTULIANO Disse:

    Lula e Palocci saõ sócios. Só não ve quem na quer ver. Me enganem que eu gosto. Tudo pilantragem independente de partidos. Toddooooosssssss.

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