Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 30maio

    PAINEL/ELIANE CANTANHÊDE/FOLHA DE SÃO PAULO

    O vice-presidente Michel Temer ao lado da presidente Dilma Rousseff em reunião do Conselho de Desenvolvimento

    Ao confirmar que teve uma áspera discussão com o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) na semana passada, o vice-presidente Michel Temer disse ontem, depois de telefonar à presidente Dilma Rousseff, que “a situação agora é tranquilíssima”.

    Temer contou que acertou três encontros com Dilma para esta semana: amanhã(segunda) de manhã, na Base Aérea, “para tirar uma foto sorridente”, uma conversa na terça-feira, de preferência a sós, e um almoço no Alvorada na quarta com senadores do PMDB, incluindo os considerados “rebeldes”, que costumam votar contra o governo.

    O motivo da tensão foi o que Temer chamou de “ameaça velada” feita por Palocci, em nome de Dilma.

    Na semana passada, ele teria ligado ao vice-presidente dizendo que demitiria ministros do PMDB em caso de derrota -que de fato ocorreu- do governo na votação do Código Florestal na Câmara.

    Temer negou ter falado palavrões, mas contou que na conversa com Palocci o clima esquentou: “A conversa foi tensa, admito que subi o tom, falei alto mesmo, mas quem me conhece sabe que não sou de falar palavrões”.

    No telefonema de ontem para Temer, Dilma reclamou sobre a divulgação do confronto e disse que “essa história toda é muito ruim e precisa acabar logo com isso”.

    Temer respondeu que está disposto a “ajustar os ponteiros” e que tem conversado bastante com Palocci.

    Para ele, o episódio chegou à imprensa superdimensionado: “há muita intriga de ambos os lados [PT e PMDB]”.

    FRAGILIDADE

    O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, reconheceu a gravidade da crise com o PMDB.

    A desavença ocorre num momento de fragilidade do governo.

    Palocci está sob investigação do Ministério Público depois que a Folha revelou que ele multiplicou seu patrimônio por 20 de 2006 a 2010.

    O ministro, que atuou como consultor de empresas, não detalhou como agia.

    A expectativa de Carvalho é que ele se manifeste publicamente nesta semana.

    “O pior que pode acontecer agora é o governo parar.”

    O esforço a partir de agora é de pacificação para a votação do Código Florestal e para evitar a instalação de uma CPI no Senado para apurar o crescimento do patrimônio de Palocci.

    A dissidência do PMDB pode ser decisiva.

    Publicado por jagostinho @ 09:48



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

2 Respostas

WP_Cloudy
  • Míriam Disse:

    Ele sabe com que dinheiro se elegeu , agora fica fazendo média na imprensa.

  • TERTULIANO Disse:

    Todos um bando de safados. Um se aproveitando da situação do outro para ganhar vantagem. O Brasil e seu povo que se dane

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.