Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 30maio

    FOLHA DE SÃO PAULO

    O analista de sistemas Marco Antonio Chaves almoça com o filho, João Pedro, 6, no colégio São Luís, centro de São Paulo


    Como quem não quer nada, João Pedro, 6, contou ao pai, o analista de sistemas Marco Antonio Chaves, 37, que alguns colegas almoçavam com os pais na escola.

    Foi a deixa para a estreia de Marco Antonio no refeitório do colégio São Luís, na capital, na quinta-feira.

    Diante de casais cada vez mais ocupados com o trabalho, colégios particulares de São Paulo e outros Estados têm oferecido a opção de os pais “fugirem” do escritório para almoçar com os filhos que fazem atividades extracurriculares durante a tarde.

    Ao menos 20 colégios ouvidos pela Folha (na capital, interior e outros Estados) aderiram à iniciativa.

    Além de observar como o filho se alimenta, é uma tentativa de resgatar o almoço em família.

    O encontro é aberto a pais de alunos de todas as idades, mas acaba funcionando mais com crianças de até dez anos, dizem as escolas.

    “Ele já cobrou quando vou vir de novo. Eu disse: “Quando tiver macarrão”. Agora, ele não vai parar de procurar no cardápio”, brinca Chaves.

    No São Luís, o pai estreante sentou-se atrás de uma veterana, a advogada Dolores Cabana de Carvalho, 46.

    Duas vezes por semana, há três anos, ela sai do escritório na Paulista para matar a saudade de Matheus, 7.

    “Não tem remédio melhor que ganhar um beijo no meio do expediente”, afirma.

    DE OLHO

    A refeição é cobrada como num restaurante normal e também acontece nos colégios Humboldt, Santa Cruz, Porto Seguro e Pio 12, na capital, Auxiliadora (Ribeirão Preto) e D’Incao (Bauru).

    No Miguel de Cervantes, os pais podem agendar um almoço mensal.

    No Sidarta, acontece às sextas e, esporadicamente, no Liceu Pasteur (capital) e no Carlos Chagas Filho (São José do Rio Preto).

    A rede Marista oferece o almoço com os pais em nove escolas do grupo – em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Distrito Federal.

    No Colégio Marista Arquidiocesano, na capital, de 30 a 40 pais almoçam por dia na unidade, de 4.200 alunos.

    “Para a família, é um espaço de compensação na vida tão corrida”, diz o diretor educacional, Chico Sedrez.

    No Marista de Ribeirão Preto, no interior paulista, três vezes por semana, o administrador de empresas Eduardo Stefanelli, 44, e a médica Renata Fedatto, 41, almoçam com os filhos Vitória, 12, e Leonardo, 11.

    “Além da praticidade, posso observar o que acontece na escola, os coleguinhas, funcionários, coisas rotineiras da escola”, diz Renata.

    Publicado por jagostinho @ 12:37



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

2 Respostas

WP_Cloudy
  • Bia Disse:

    Tudo muito lindo. Mas só para quem tem grana. Pobre tem que passar fome, né?

  • Fidelis Disse:

    Marista é colégio de bacana. E depois os maristas falam que a igreja é para os pobres. Sepulcros caiados

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.