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  • 29maio

    ASSOCIATED PRESS

    A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) lançou um raro ataque aéreo diurno neste sábado em Trípoli, depois de cinco noites consecutivas de ataques, aumentando a pressão militar e diplomática sobre o ditador líbio Muammar Gaddafi para que deixe o poder após 41 anos.

    A Otan informou que o ataque aéreo tinha como alvo um centro de comando e controle localizado no complexo residencial do dirigente.

    O ataque causou um forte estrondo na capital da Líbia no início da manhã, mas não ficou claro se ele foi causado por uma bomba ou um míssil. Nenhuma informação adicional foi liberada.

    A Otan bombardeou vários locais na capital, na noite de sexta-feira, informou a televisão estatal da Líbia e o canal de notícias árabe al Arabiya. A TV líbia disse que os ataques da Otan também causaram “danos humanos e materiais” em Mizda, no sul.

    Ivan Sekretarev/Associated Press
    Ataque aos arredores do complexo residencial do ditador líbio causou um forte estrondo em Trípoli
    Ataque aos arredores do complexo residencial do ditador líbio causou um forte estrondo em Trípoli

     

    A Rússia se juntou aos líderes ocidentais na sexta-feira ao instar Gaddafi a deixar o governo e se ofereceu para mediar a sua saída, proporcionando um grande impulso para as potências da Otan que pretendem acabar com o longo governo do coronel líbio.

    Foi uma mudança fundamental no tom de Moscou, que anteriormente já havia criticado os ataques contra a Líbia, que já duram 10 semanas.

    A Otan interveio sob mandato da ONU para proteger os civis das forças de Gaddafi, mas efetivamente auxiliando os rebeldes em sua tentativa de derrubá-lo e acabar com o prospecto de uma longa guerra civil.

    A aliança militar disse que estava se preparando para utilizar helicópteros pela primeira vez no país do norte da África, a fim de aumentar a pressão sobre as forças de Gaddafi no campo.

    “Há sinais crescentes de que está crescendo o impulso dos que lutam contra Gaddafi. Assim, é correto aumentar a pressão militar, econômica e política”, disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, em uma cúpula na França do G8 (grupo dos oito países mais ricos).

    O presidente russo, Dmitry Medvedev, disse a Gaddafi, que chegou ao poder em um golpe em 1969, que ele não tinha o direito de governar a Líbia.

    “A comunidade internacional não o vê como o líder da Líbia”, disse Medvedev a repórteres durante a cúpula, acrescentando que enviará uma delegação à Líbia para iniciar as negociações. No entanto, o presidente russo não divulgou um plano específico para remover o governo de Gaddafi.

    Publicado por jagostinho @ 19:17



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