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  • 28maio

    Senadora Gleisi Hoffmann/Assessoria de Comunicação/Débora Matos

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT) participou nesta sexta-feira (27), em Curitiba, da Conferência da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados e Audiência Pública da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal.

    O evento reuniu várias lideranças do Estado para discutir a reforma eleitoral, dando ênfase para a participação da mulher nos cargos eletivos.

    A iniciativa desse debate atende ao requerimento nº 15 de 2011 da senadora Marta Suplicy, que propôs a realização de Audiências Públicas Regionais da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania nas cidades de Curitiba, São Paulo, Goiânia, Manaus e Salvador.

    A audiência contou com a participação de deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores, além de representantes de diversas entidades.

    Para a senadora Gleisi Hoffmann, o Brasil precisa ter regras mais democráticas para garantir uma representação mais expressiva das mulheres no Parlamento.

    A senadora defende o sistema de lista fechada, aprovado pela Comissão da Reforma Política, com alternância de gênero entre os candidatos indicados pelos partidos.

    “Não teremos uma democracia efetiva se a metade da população não estiver presente no Parlamento”, diz.

    O sistema de lista intercalada também é defendido pelo senador do Acre Aníbal Diniz (PT).

    “A sociedade brasileira tem uma dívida histórica com as nossas mulheres e agora temos a oportunidade de garantir uma participação maior das representantes femininas no Parlamento”, disse.

    O senador Aníbal integra a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal e veio ao Paraná para participar do evento a convite da colega paranaense Gleisi Hoffmann.

    Hoje, o  Brasil está na 111ª posição quanto a proporcionalidade de participação de mulheres no Parlamento em relação ao número de homens. A Argentina ocupa o 11º lugar. O país africano Ruanda tem o primeiro lugar nesse ranking, com 50% de mulheres nos postos do Congresso.

    Em segundo lugar, vem a Suécia, com 46% e, em terceiro, a África do Sul, com 44%. Os dados são do professor José Eustáquio Diniz Alves, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence).

    “Precisamos discutir propostas com a sociedade brasileira para ampliarmos a participação feminina na política. A iniciativa desse debate é muito importante para que possamos levar a visão da população sobre o sistema político ao Congresso”, enfatiza Gleisi.

    Publicado por jagostinho @ 12:41



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