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  • 26maio

    Agência Senado

    Os livros didáticos com erros de português distribuídos a alunos do ensino fundamental e médio pelo Ministério da Educação (MEC) levaram o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), a entrar com representação contra o ministro da Educação junto ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

    O anúncio da providência foi feito pelo parlamentar em discurso da tribuna nesta quarta-feira (25).

    Na opinião do senador, os livros em questão transmitem “um ensinamento que compromete a formação dos jovens”.

    Ele também apontou, nas obras, “proselitismo político afrontoso à Constituição”, argumentando que “todos eles criticam a gestão de um ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso”.

    Alvaro Dias disse que o ministro Fernando Haddad foi convidado a comparecer à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) na semana passada, mas não o fez e que, por isso, optou pela representação.

    O parlamentar embasou a representação considerando que as obras em questão causam prejuízo ao patrimônio cultural e histórico brasileiro, conforme previsto no art. 1º, inciso IV, da Lei 7.347/85.

    Ele afirmou que entrará também com ação cautelar para suspender a prática dos atos lesivos, com base no artigo 4º dessa lei.

    Para o senador, a opção por esse material didático que faz a apologia de um partido político em detrimento de outro gera contaminação ideológica e uso inadequado do vernáculo, previsto no artigo 205 da Constituição.

    Fere, segundo ele, por razões óbvias, também o princípio da impessoalidade e da moralidade.

    O parlamentar avalia que Haddad infringiu ainda o artigo 206 da Carta Magna, que prevê como princípio do ensino brasileiro a gestão democrática do ensino público, e a garantia do seu padrão de qualidade.

    “Há que haver responsabilização. O Ministério da Educação não é comitê eleitoral. O livro didático não é panfleto doutrinário ou partidário”, criticou.

    O parlamentar disse que o livro História e Vida Integrada do 9º ano do ensino fundamental, por sua vez, relata diversas passagens do governo Lula, todas elogiosas, inclusive o episódio do “mensalão”, citado em um contexto positivo.

    Porém, o mesmo livro, ao se referir ao governo Fernando Henrique Cardoso, observou o senador, critica as privatizações, a votação da reeleição no Congresso com a suposta compra de votos de parlamentares e acusa FHC de ter-se aliado a políticos conservadores e que apoiaram a ditadura militar.

    Publicado por jagostinho @ 11:15



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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Nascimento Disse:

    Boa senador Alvaro. O PT está brincando de governar. Estão pondo as manguinhas de fora. Ainda bem que temos gente atenta como o senhor.

  • Quincas Disse:

    O Brasil inteiro tinha que se mobilizar contra este absurdo. Ou então acabem com a matéria da gramática portuguesa, seus analfabetos do governo. Querem um povo burro para manobrar melhor.

  • Cleverson Lima Disse:

    Burro é quem comenta sem nem sequer pesquisar sobre o assunto, se pautando apenas no que a midia partidarizada diz.

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