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  • 24maio

    Folha.com

    A Justiça de São Paulo condenou nesta segunda-feira Anderson Marcos Batista e Conceição Eletério a sete anos e três meses de prisão por extorquirem dinheiro do padre Júlio Lancellotti (foto).

    Conceição, no entanto, irá recorrer da sentença em liberdade por ter comparecido espontaneamente quando foi intimada, de acordo com o juiz Eduardo Crescenti Abdalla, da 5ª Vara Criminal da Barra Funda.

    Batista –que é ex-interno da Fundação Casa, instituição que recebia visitas do padre– já estava detido e permanecerá no Centro de Detenção Provisória do Belenzinho (zona leste).

    De acordo com a acusação do promotor Eder Segura, Batista e Conceição ameaçaram ‘dar um tiro na cabeça’ do padre Lancelotti caso ele não pagasse dinheiro para os dois.

    A ameaça foi no dia 11 de janeiro. Uma câmera de segurança de uma rua no bairro do Belenzinho filmou a abordagem do casal ao padre.

    Ainda de acordo com a denúncia, Conceição também ligou várias vezes para o padre de um telefone celular rastreado pela Polícia Civil para pedir dinheiro.

    Os acusados negaram o crime, Conceição também negou ter telefonado a Lancellotti para pedir “ajuda”.

    De acordo com a versão deles apresentada ao juiz, a acusação seria uma represália por parte do padre, que teria oferecido R$ 200 mil a Anderson para dar uma entrevista desmentindo um caso entre eles.

    O padre alegou que, logo após a última extorsão, comunicou a polícia.

    O delegado responsável pela investigação afirmou em juízo que confirmou as informações do padre e que, ao final de suas investigações, “ficou claro que a vítima teria sofrido a extorsão e toda a depressão psicológica decorrente dos fatos”.

    “A absolvição anterior dos acusados envolvendo a mesma vítima não guarda relação com os fatos desses autos, praticados em período diverso. Respondem, assim, por um delito de extorsão, em sua forma continuada, iniciado com o telefonema de Conceição, seguido pela abordagem direta do marido Anderson”, afirmou o juiz em sua sentença, que também afirmou que não há razão para duvidar do padre em razão de seu trabalho social e por ser sacerdote.

    Publicado por jagostinho @ 09:34



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