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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Míriam criptica Disse:

    Óia o portugueis…vamo enche o Brasir de Chico Bento …é a urtima moda, sô.

    Se a Academia brasileira de Letras não intervier, formaremos um exército Chico Bento , personagem do Maurício de Souza.

    Para que serve a norma culta, e para que servem as gramáticas? Todos os documentos de um país são elaborados dentro da norma culta , certo?

    Os vestibulares ,os trabalhos acadêmicos e as monografias, são exigidas dentro da norma culta, e, isso para que se tornem compreensíveis, dentro da linha de raciocínio a que se propuseram.

    O preconceito linguístico existe? Sim, existe na medida em que me desloco de lugar. Meu “R” caipira de paranaense serve de comentário ao carioca, assim como “Mas tu vai indo mesmo ? ” do gaúcho, causa estranhamento ao paranaense e outros do país.

    Olha essa do baiano , na rede, que é só sossego….
    -” mainha tem remedu pra queimadura di taturana?
    – tem não fio pruque?
    -É qui lá vem uma i ela pode mi queimá…(brincadeira para mera ilustração)

    Causa estranhamento ao sulista, o modo de falar do baiano ? Sim, são os regionalismos, são as diferenças linguísticas . Mas a norma culta, está para todos aprenderem. Aliás, do nordeste, saíram grandes escritores, compositores e juristas.

    A proposta de uma escola é reconhecer a linguagem oral local ,diferenças linguísticas e reforçar a norma culta, mas não reforçar o erro. A Escola tem o papel primordial da instrução , de formar pessoas com certo nível cultural capaz de redigir uma redação dentro da norma culta . Senão vamos anular todos os concursos públicos e vestibulares ocorridos até então.

    Inclusive para ser candidadto a vereador, prefeito , deputado federal e estadual, deve-se exigir do candidato o boa redação e completa compreensão de um texto, além de ser capaz de compreender e aplicar a norma culta. Existe uma língua oficial e a norma culta , vamos utilizá-la .

  • antonio carlos Disse:

    Só o MEC não reconhece que errou comprando estes livros desta ONG. E o ministro compactua com tal ignorância. Também pudera, ele não freqüenta mais a escola. Duvido que quisesse que algum filho tivesse a educação que ele quer dar para os nossos. Tony

  • SERGIO SUFI Disse:

    A Ponte e a Fila
    A HISTÓRIA DE UM FILHO DA PUTA HONESTO
    A VENDA NA LIVRARIA SARAIVA

    Resumo
    O grau de honestidade, de certa forma, sempre foi tratado como um tabu. A esperança em encontrá-lo de forma satisfatoria nas outras pessoas é o que fazem alguns não enterra-lo dentro de si próprio de uma vez por todas. Ninguém quer ser vitima dos desonestos, mas, às vezes, fazem vitimas para os iguais.

    Autor
    Sufi, Sergio

    MAIS IMAGENS

    Detalhes
    Em nossa contemporaneidade, mas no passado distante, Laura Santos, uma órfã abandonada no portão de um convento, ainda bebê recém-nascido, foi encontrada pela irmã Sofia, uma freira, que com a ajuda de outras irmãs a criou e a educou dentro dos princípios cristãos. Aos seus dezessete anos, em uma investida de caridade, Laura conheceu Rebeca, uma drogada, interna em um hospício. Laura, em sua ingenuidade, achou ter encontrado uma amiga, porém, Rebeca a desvirtuou dos caminhos e das práticas cristã, levando-a a prostituição. Já pós-Balzaquiana, e conhecendo os dois lados da vida, resolve dar um sentido à sua existência, concebendo um filho e ensinando-o, na sua concepção, o lado mais compensador da vida, pela sua experiência. O certo é que o menino foi aprimorado e se tornou o filho de uma puta honesto! Mas, mesmo na fase adulta, seus empreendimentos eram escassos. Formado em história, vivia conspirando contra a própria história da humanidade; sempre reinventava interpretações, que embora lógicas, não tinha como prová-las. Nos fatos históricos, que podiam ser temperados com profecias, para cada acontecimento, como marco na humanidade, criava hipóteses em forma de teorias, que ele norteava como certa, ainda mais quando essas podiam ser recheadas de algo divino, nestes acontecimentos. Quando perde a mãe por uma doença terrível, desenvolve em si um estado de inércia que nada parecia ter a menor importância. Assim, algo extremamente cotidiano o desperta para vida. Então, resolve ser um político, como forma de ocupar-se e trazer um novo sentido para a sua existência. E daí? Um filho duma puta honesto ele conseguiu ser! E agora como político! Será que ele conseguirá ser um político honesto? Esta é a historia de A Ponte e a Fila!
    Informação Adicional
    A VENDA NA SARAIVA
    Autor Sufi, Sergio
    ISBN 978-85-7923-251-0
    Páginas 243
    Formato

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