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  • 08maio

    Gazeta do Povo

    O preço do transporte público influenciou o valor do IPCA de abril em Curitiba e região: reajuste teve impacto grande na composição do índice

    Os moradores de Curitiba e região metropolitana são os que mais estão sentindo o peso da inflação no bolso.

    Na comparação com outras dez regiões do país, a capital paranaense registra a maior alta do índice no acumulado dos últimos 12 meses até abril – 8,48% –, pouco mais de 30% acima da média nacional, que fechou em 6,51% no mesmo período.

    Divulgado pelo IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês passado com um resultado simbólico: pela primeira vez desde julho de 2005, a inflação superou o teto da meta estipulada pelo governo, de 6,5%.

    A alta em Curitiba e região também é a maior do país para os quatro primeiros meses de 2011, acumulando 4,03% – a única região com inflação acima dos 4% no ano.

    O aumento dos preços está sendo puxado principalmente pelo transporte público, pelos combustíveis, pelos cursos e pelo item aluguel e taxas – todos com peso significativo na composição do índice.

    Três dos quatro itens, com exceção dos cursos, fazem parte do grupo de serviços e produtos com preços sob controle ou vigilância do governo.

    Em Curitiba e região, os reajustes feitos pelo poder público são os maiores culpados pelo resultado acima da média nacional.

    O item aluguel e taxas, por exemplo, inclui a tarifa de água e esgoto, reajustada em 16% no Paraná em março, mas que só passou a ser cobrada na conta no início de abril.

    A cidade também sente o impacto do aumento da tarifa de ônibus. Apenas em abril, na comparação com março, o valor do ônibus intermunicipal teve alta de 4,12%.

    Além disso, o combustível já subiu 11,2% de janeiro a abril na capital paranaense.

    De acordo com o presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Social (Ipardes), Gilmar Lourenço, o etanol está pressionando o preço nas bombas.

    Segundo o Ipardes, o produto acumula alta de 40% na capital e região metropolitana nos últimos 12 meses.

    Ao contrário da média nacional, que teve uma leve desaceleração entre os meses de março e abril – de 0,79% para 0,77% –, em Curitiba e região o movimento foi de alta.

    Em março, o IPCA da capital paranaense foi de 1,14% e, em abril, de 1,23%. O presidente do Ipardes, porém, afirma que a tendência para os próximos meses é de recuo, seguindo o movimento da inflação nacional.

    Entretanto, enquanto o IPCA nacional deve fechar o ano em 6%, na opinião de Lourenço, Curitiba deve entrar em 2012 com alta acumulada entre 7% e 7,5%.

    “Estamos notando uma desaceleração da alta, o que é bom porque deixa de deteriorar a renda do trabalhador. Mas podemos afirmar que não haverá deflação em Curitiba, só em setores pontuais. O que acontecerá nos próximos meses é uma desaceleração da alta”, salienta.

     

    Publicado por jagostinho @ 19:03



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2 Respostas

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  • MÍRIAM Disse:

    DE FATO A VIDA POR AQUI ESTÁ FICANDO MUITO CARA.

  • Cesar Teixeira Disse:

    Claro! Com o índice de reajuste do Malucelli, usado para “reajustar” as obras da Arena, meu Deus!!!

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