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  • 05maio

    Paraná Online/ Elizabete Castro

    Nani Góis/Assembleia Legislativa
    Traiano, segundo os peemedebistas, seria o obstáculo para um acordo entre Beto e os deputados do partido.

     

    As eleições de 2014 são a carta na manga da bancada estadual do PMDB para franquear a entrada na base aliada ao governo de alguns deputados vetados pelos deputados tucanos e aliados.

    O maior partido do estado terá papel decisivo na próxima sucessão estadual e se Beto quiser ter o PMDB ao seu lado em 2014 precisa começar a aproximação desde já, raciocina a bancada peemedebista na Assembleia Legislativa.

    Os peemedebistas acham que este argumento é suficiente para neutralizar as resistências manifestadas pelo líder do governo, deputado Ademar Traiano (PSDB), que já avisou que o PMDB é bem vindo na base, mas não todos os seus deputados.

    O deputado Nereu Moura, um dos que integra a lista dos peemedebistas indesejáveis, acha que a posição de Traiano é suplantada pela vontade do governador do Estado. “Quem não quer o PMDB é o Traiano.

    Quem convidou a gente para entrar na base foi o governador”, disse Moura. Ele lembrou que, antes de tomar posse, Beto reuniu os peemedebistas em um encontro que resultou na indicação de Luiz Claudio Romanelli para a Secretaria do Trabalho e o apoio do PMDB na eleição do tucano Valdir Rossoni à presidência da Assembleia Legislativa.

    À mesa

    Os peemedebistas estão esperando uma reunião com Beto para colocar a conversa em dia, já que da última vez em que havia sido marcado um jantar com o governador, uma rebelião tucana fez Beto cancelar o compromisso.

    “Nós queremos ouvir as observações do governo sobre o momento político atual”, disse Moura.

    Moura dá razão a Traiano quanto ao governo não precisar do PMDB na Assembleia Legislativa.

    “A Assembleia tem uma tradição governista. Até o Requião tinha maioria aqui. E olha que uma vez ele expulsou todos os deputados da base de uma reunião no Palácio. No dia seguinte, estava todo mundo votando com ele de novo”, citou. A bancada de oposição na Assembleia Legislativa, dificilmente, passa de seis ou sete deputados, comparou.

    Mas se em plenário o PMDB é dispensável, na eleição de 2014, quando Beto certamente será candidato à reeleição, a situação será diferente, apontou Moura.

    “Quem vai disputar a eleição com o Beto em 2014 é a Gleisi. Se o PMDB estiver com a Gleisi será um reforço para a campanha dela em todos os sentidos. O mesmo vale para o Beto. Nós imaginamos que o Beto está pensando lá na frente”, afirmou Moura, garantindo que, pessoalmente, acha que o seu partido pode ficar na oposição. “O que nós queremos é achar um denominador comum para a bancada”, disse.

    Publicado por jagostinho @ 15:51



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • antonio carlos Disse:

    O velho de guerra está se valorizando demais, mesmo com toda a arrogância do velho, o Beto se elegeu duas vezes. E não se lembram do fiasco do candidato do velho? A votação dele não elegia nem vereador. O que conta nas eleições municipais é o apoio do governador, e o pessoal do velho de guerra sabe bem disto. Tony

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