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  • 02maio

    Da Coluna de Celso Nascimento/Gazeta do Povo

    Olho vivo

    Risos secretos 1

    O círculo mais íntimo que convive com Beto Richa deixou escapar para alguns não tão íntimos uma inconfidência que deveria ficar muito restrita: o riso de satisfação que o governador teria esboçado quando soube que o gabinete do presidente da Assembleia, Valdir Rossoni, também abrigava há anos um funcionário fantasma. Tratava-se da mãe do diretor-administrativo da Assembleia, Altair Daru, há muitos anos o assessor que gozava da maior confiança de Rossoni.

    Risos secretos 2

    A suposta satisfação de Beto Richa proveio do fato de que também ele, como deputado, empregava a sogra do seu assessor mais próximo, Ezequias Moreira. Rossoni deu a mesma resposta de Beto Richa: não sabia da irregularidade! Por enquanto, há, porém, uma diferença entre eles: Rossoni exonerou imediatamente o filho da mãe-fantasma, enquanto Richa manteve o quanto pode o genro da sogra-fantasma e, depois, ainda o premiou, com cargo na Sanepar. Rossoni ainda não chegou a esse ponto.

    Risos secretos 3

    Mas não são estas as principais diferenças (ou semelhanças) entre os dois. Embora sejam do mesmo partido, o PSDB; embora Beto tenha sucedido Rossoni na presidência da legenda; e embora ambos tenham merecido elogios públicos um do outro – há quem venha observando discreto distanciamento mútuo e discordância quanto a decisões políticas importantes. A que está mais evidente nos últimos tempos diz respeito à eleição para prefeito de Curitiba. Enquanto Rossoni defende Gustavo Fruet como candidato próprio do partido, Richa não esconde a preferência pela reeleição de Luciano Ducci, do PSB, adversário no plano nacional. Nesse caso, nenhum dos dois ainda ri à toa.

    CPI é teatro 1

    A vereadora Renata Bueno, PPS, mesmo partido do presidente da Urbs, Marcos Isfer, anunciou que não assinará o requerimento para instaurar a CPI dos Radares – embora tenha sido um dos primeiros vereadores a exigir completo esclarecimento sobre as denúncias que envolveram a Consilux, empresa contratada da Urbs. Ela alega que o assunto é técnico e que não compete a uma CPI investigar, segundo declarou à CBN. Além disso, o Ministério Público e o Judiciário já estão tratando do tema.

    CPI é teatro 2

    Logo, pelo raciocínio de Renata Bueno, os vereadores não têm nada a ver com isso. O que, se for seguido, poderá levar a Câmara a renunciar a outras questões urbanas e passar a se dedicar exclusivamente à assistência social, a premiar amigos e a dar nomes de ruas. Radares, suspeitas de mau emprego de dinheiro público e eficiente fiscalização de trânsito não devem ocupar o tempo dos vereadores. “CPI serve apenas de teatro para a oposição”, assegura a vereadora.

    O leilão 1

    Como amplamente noticiado, o governo do estado está gastando R$ 2 milhões no aluguel (sem licitação) de um jatinho e de um helicóptero. O contrato de três meses foi celebrado com a Helisul, empresa de taxi aéreo de Eloy Biesuz com sede em Foz do Iguaçu. O motivo do aluguel: as aeronaves da frota oficial estão imprestáveis e não oferecem segurança. Por isso, duas delas – um turboélice King Air e um jatinho Citation – foram colocados em leilão.

    O leilão 2

    O King Air, um avião fabricado em 1968, foi arrematado na última sexta-feira por pouco menos de R$ 450 mil. Agora, adivinhe quem arrematou: a Helisul, de Eloy Biesuz! Se vai pôr o avião considerado tão inseguro para voar e transportar passageiros, ainda não se sabe. Segundo ele, só comprou por ser “admirador de aviões antigos”. Estaria em seus planos montar um museu?

    Publicado por jagostinho @ 13:33



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