Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 28jan

    AFP

    O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Mike Hammer, disse nesta quinta-feira que a visita que o presidente americano, Barack Obama, fará ao Brasil em março é um reconhecimento ao status internacional conquistado pelo país.

    ‘A viagem é parte de nosso engajamento com o nosso próprio hemisfério’, disse Hammer, em uma coletiva de imprensa em Washington para abordar as prioridades de política internacional do governo americano.

    ‘É também um reconhecimento do importante status e contribuição internacional do Brasil’, afirmou.

    A viagem é a primeira de Obama à América do Sul, e incluirá também visitas ao Chile e a El Salvador. Segundo Hammer, ainda não há data definida para a viagem, mas ela deverá ocorrer na segunda metade de março.

    ‘Estamos trabalhando com os governos desses países para finalizar os detalhes’, afirmou.

    Áreas de interesse

    Obama anunciou a viagem na terça-feira em seu discurso sobre o Estado da União, ao afirmar que servirá para ‘forjar novas alianças para o progresso das Américas’.

    No Brasil, o presidente americano de verá se reunir com a presidente Dilma Rousseff para tratar de áreas de interesse conjunto. Dilma tinha uma viagem planejada aos Estados Unidos em março, mas, diante da mudança de agenda, a visita acabou cancelada.

    O porta-voz americano disse que Dilma já manifestou interesse em ampliar a parceria com os Estados Unidos e que o governo americano espera ‘embarcar no que, acreditamos, pode ser um esforço cooperativo muito frutífero para os dois países’.

    ‘Acreditamos que há muitos interesses comuns com o Brasil nos quais poderemos trabalhar juntos, e esse será o propósito desta viagem’, disse. ‘A relação com o Brasil é uma relação importante que queremos desenvolver e ampliar.’

    Entre as áreas de interesse comum, Hammer cita energia limpa, crescimento global e os esforços de assistência ao Haiti.

    Lula

    Esperava-se uma visita de Obama ao Brasil desde o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a viagem acabou sendo adiada várias vezes, em meio a um certo esfriamento das relações bilaterais devido a divergências sobre vários temas nos últimos dois anos.

    No ano passado, as divergências foram acentuadas pela aproximação de Lula com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. O Brasil não apoiou a aplicação de uma nova rodada de sanções da ONU contra o programa nuclear iraniano, aprovada pelo Conselho de Segurança em junho.

    O Brasil tentou evitar as sanções e chegou a obter um acordo com o governo iraniano, ao lado da Turquia, para buscar uma solução por meio do diálogo. No entanto, os Estados Unidos rejeitaram o acordo, o que provocou irritação no governo brasileiro.

    Hammer evitou, porém, falar sobre um suposto distanciamento entre os dois países durante o governo Lula.

    ‘Não quero comparar o que poderia ter sido, ou deveria ter sido’, disse. ‘Queremos aproveitar essa oportunidade para continuar uma parceria forte. Nós já tínhamos uma relação boa e sólida com o presidente Lula em seu governo.’

    Publicado por jagostinho @ 16:16



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Uma resposta

WP_Cloudy

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.