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  • 21jan

    O cenário político e empresarial do Paraná está agitadíssimo. Vários assuntos ensejam debates, alguns sérios, outros movidos pelo ranço, oportunismo e demagogia barata.

    Os assuntos, Porto de Paranaguá e pensão de ex-governadores, explodiram ao mesmo tempo

    Tudo tem que ser encarado com serenidade, pois a gritaria, zombaria e falsidades não nos conduzirão a lugar algum. Os fatos aí estão. Escancarados. Comecemos pelo Porto de Paranaguá.

    Para os esquecidos, é bom relembrar que não são de hoje as histórias tristes e lamentáveis que  são contadas  pelos parnanguaras. E sempre é gente de fora que envergonha o povo de Paranaguá.

    Muitas más intenções e mistérios insondáveis rondaram o nosso maior porto, passando por várias tentativas de privatização, com o sempre intencional sucateamento. Aliás, prática vezeira usada pelos privativistas.

    A federalização, como solução salvadora, surgiu em vários momentos da história portuária paranaense. Só para lembrar: o Porto é federal e é administrado pelo governo do estado.

    No caso atual, porque um dos envolvidos é Eduardo Requião, irmão do ex-governador Roberto Requião, as hienas saíram das tocas, com muita força.

    Acho que, independente de nomes e sobrenomes, tem mais é que se apurar, e não deixar pedra sobre pedra de impunidade e obscuridão.

    Mas, não pode haver açodamento de gente que não se conforma, até hoje, com os quase 12 anos  que Roberto Requião governou o Paraná.

    Não é hora de vômitos fétidos, lambuzados de vingança e recalque.

    Se algo ficar comprovado, com responsabilidade de Roberto Requião, mesmo sendo seu amigo de longa data, serei um dos primeiros a exigir que pague, o preço que for, por erros cometidos.

    E sabem por quê digo isto, sem pestanejar? Porque foi com ele que aprendi que é assim que tem ser feito.

    Sem perdão, nem para pecados e nem para pecador ou pecadores, como ele enfatiza.

    O resto é pão e circo, firulas e demagogia barata. Pura perda de tempo e espaço. Deixem a justiça trabalhar, dentro da normalidade.

    Quanto às aposentadorias aos ex-governadores, sinceramente, não vejo razão para tanta gritaria.

    Ela é legal e necessária, pois não podemos esquecer, que um governador deixa de lado toda sua vida pessoal para dedicar-se a um cargo tão importante.

    Quanto ao valor da pensão, tempo mínimo de mandato e proporcionalidade são, realmente, detalhes muito mal resolvidos e que, com razão, revoltam o povo brasileiro.

    Seria um bom momento para uma boa discussão, à nível nacional, para regularizar esta questão.

    Se não confiamos nos políticos, como muitos preconizam, aí é uma outra história. Triste por sinal.

    Daí vai ter que parar o trem pois vou querer descer.


    Publicado por jagostinho @ 12:39



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