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  • 01jan

    Governador tomou posse em duas cerimônias na manhã deste sábado



    Beto Richa é oficialmente o governador do Paraná desde a manhã deste sábado. Dois destaques em seus discursos de posse: um plano emergencial para o Estado de 180 dias e críticas a governos anteriores.

    A posse foi composta por duas cerimônias, uma na Assembleia Legislativa e outra no Palácio Iguaçu, onde Orlando Pessuti fez a transmissão de cargo e os secretários de Richa também foram empossados.

    Na Assembleia Legislativa, o presidente Nelson Justus – que deve deixar o cargo em fevereiro – fez um discurso citando a importância de alguns governadores na história do Paraná, como Jaime Canet, Jaime Lerner, José Richa, Orlando Pessuti e Roberto Requião.

    Justus disse ainda que o Legislativo seria um ponto de apoio ao novo governador.

    Já Beto Richa, em seu discurso, destacou a característica agrícola do Paraná e a importância da continuidade dos programas sociais.

    Sobre política, Beto discursou que a eleição acabou e ele “desceu do palanque”, no entanto, fez severas críticas a governos anteriores”.

    “Encontramos hoje a administração pública em situação preocupante”, disse.

    Sem citar nomes, o novo governador disse ainda que as relações republicanas, recomendadas nos regimes democráticas tem sido “um vago espectro para alguns dirigentes”.

    Beto afirmou que “os baixos níveis de capacidade de investimento do Estado foram ainda mais deprimidos pelas dificuldades e pela realização de gastos  que a prudência não recomendaria”.

    Na solenidade em frente ao Palácio Iguaçu, cerca de 500 pessoas acompanharam a transmissão do cargo. Na despedida, Pessuti reafirmou que entrega a Beto Richa “um Paraná melhor do que recebeu em abril deste ano ou em janeiro de 2003”.

    Depois da transmissão, Beto realizou um novo discurso, desta vez, mais voltado a agradecer aos eleitores e à população paranaense.

    Como destaque, o novo governador anunciou o plano emergencial de 180 dias, com o objetivo de sanear a administração pública do Estado.

    O plano já havia sido recomendado pela equipe de transição, que havia alertado para a situação crítica das finanças do Estado.

    Uma das medidas será a de cortar 15% dos gastos da máquina. “Na prática, isso significa que começamos a executar o Plano de Governo em todas as suas frentes, priorizando as ações emergenciais”, discursou.

    Fonte:- JORNALE/Edson Fonseca

    Publicado por jagostinho @ 18:11



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