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  • 17dez

    O Natal de 2010 será, muito possivelmente, o melhor já vivido por toda a sociedade brasileira. Desde os consumidores, que favorecidos pela estabilidade econômica e a retomada do poder de compra, até as indústrias fabricantes de eletrodomésticos, passando pelo comércio, que jamais vendeu tanto.

    Os indicadores sociais e econômicos do Brasil ao final do governo do presidente Lula são invejáveis. A fisionomia do país mudou de forma absolutamente clara. Os grandes problemas nacionais foram enfrentados com descortino e competência, com planejamento realista e metas sendo atingidas, dentro de uma visão humanista e uma gestão responsável. O resultado não poderia ser outro e hoje o Brasil colhe os frutos de um governo que pensou em seu país e se empenhou em melhorar a vida de seu povo.

    O comércio varejista apresenta uma expansão recorde, com eloqüentes 8,8% de crescimento no mês de setembro em relação à igual período no ano passado. Em dezembro, segundo os cálculos mais conservadores, as vendas passarão dos 10% frente a 2009, no maior crescimento das últimas décadas! Em 2007, já no governo Lula, o comércio bateu o recorde de vendas ao avançar aos 9,7%.Esse ano, seguramente, outro recorde histórico será alcançado pelo setor.

    De janeiro a outubro o comércio acumulou uma alta de 11,1%, segundo o IBGE, por conta de uma economia estável e uma sociedade que acolheu 30 milhões de brasileiros que deixaram a pobreza e se tornaram parte de nossa fortíssima classe média. Para os acadêmicos esnobes, para a elite decadente e para o PSDB, isso é “mobilidade social”. Mas para o presidente Lula isso é justiça social, exercício de cidadania, comida na panela e oportunidades para todos os brasileiros.

    As indústrias estão a todo vapor. As linhas de produção trabalham as 24 horas do dia. As entregas, não raro, não satisfazem a demanda do comércio e dos consumidores. De automóveis a geladeiras, de microondas ao vestuário, dos alimentos ao transporte aéreo. O Brasil vive um momento único em sua história: está acreditando mais em suas potencialidades e desenvolvendo o seu mercado interno como nunca fez.

    Há milhões de brasileiros que embarcam em aviões pela primeira vez em suas vidas. Voltam aos seus rincões de origem e abraçam pais e irmãos separados tanto por anos de sofrimento quanto pelas distâncias imensas de um país continental. A possibilidade que lhes foi negada por décadas de segregação social e pobreza absoluta agora lhes é facultada pelo governo que olhou pelos excluídos, pelos injustiçados, pelos deserdados de um país rico, mas com povo muito pobre.

    Famílias que não conheciam o conforto, vivendo em condições precárias, adquirem suas primeiras geladeiras, levam os primeiros eletrodomésticos para as cozinhas de suas casas, adquirem o primeiro computador de seus filhos, compram a primeira televisão ou trocam a antiga por um modelo melhor e maior, renovam os móveis. As famílias brasileiras irão gastar R$ 45 bilhões com eletrodomésticos e eletrônicos, de acordo com o Data Popular. Do total, R$ 20,1 bilhões virão da classe C, R$ 16,7 bilhões das A e B e R$ 8,2 bilhões das D e E.

    O que a imprensa agora chama de “a nova classe média”, aqueles irmãos nossos que o governo Lula retirou da exclusão e do abandono, já é a responsável por exatos 45% das compras de bens duráveis para o lar. São 18 pontos acima do que comprava em 2002, antes do governo Lula. E mais do que as classes A e B, ou seja, os ricos e a classe média alta irão comprar. É um indicador econômico-social que impressiona, gratifica e estimula.

    O governo do presidente Lula expandiu o crédito, debelou o desemprego e criou milhões de vagas na economia formal, investiu vigorosamente no social através de programas que obtiveram pleno êxito como o “Pro-Uni”, encaminhando os filhos do povo, os negros e os indígenas aos bancos de nossas universidades; o “Minha Casa, Minha Vida”, transformando em realidade o sonho da casa própria; o “Luz para Todos”, levando a energia elétrica para milhões de lares, além do PAC, que transformou o país num canteiro de obras necessárias e inadiáveis. O “Bolsa Família” operou a maior distribuição de renda já vista em toda a história do país, quiçá da América Latina, levando comida, esperança e dignidade de vida aos que, simplesmente, não existiam aos olhos de governos insensíveis e neoliberais.

    Somente um filho do povo, vindo do Brasil profundo, que conheceu a seca do nordeste e o frio da periferia de São Paulo, a fome e o preconceito, poderia governar com os olhos e o coração voltados para milhões de brasileiros deixados à margem do progresso e do desenvolvimento. E foi o que aconteceu. Lula governou para todos, não discriminou nem perseguiu, conseguindo, ainda, mudar a estrutura social de um país riquíssimo, mas injusto.

    Os brasileiros merecem esse Natal. Ele é o primeiro encontro de uma sociedade que deixa um passado de pobreza e atraso com seu futuro de riqueza e desenvolvimento. Há em cada brasileiro que terá comida à mesa, que fez compras, que melhorou o seu padrão de vida, que está empregado e tem seus filhos na escola, um sorriso no rosto e uma certeza no coração. Dentro de cada um desses milhões de brasileiros há um Lula.

    (*) Delúbio Soares é professor

    www.delubio.com.br

    www.twitter.com/delubiosoares

    [email protected]



    Publicado por jagostinho @ 15:39



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