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  • 12dez

    FONTE:- BLOG MARGARITA SEM CENSURA

    Assistimos uma apaixonante guerra pelo controle da Internet. Batalhas diárias inusitadas pelo domínio da informação freqüentam o noticiário global.

    A primeira infoguerra já começou. O campo de batalha é WikiLeaks. Vocês são as tropas. Com estas palavras de ordem foram chamados ao combate digital os ativistas da Internet.

    Há quem os veja como simples piratas a quem se deve aplicar a máxima severidade legal.

    Eles se proclamam uma consciência viva on line, assim se autodefine Anonymous, o braço executor de uma revanche contra o establishment que já andou explodindo sites considerados adversários, entre eles o do cartão Visa.

    O mundo começa a saber que governos, representações diplomáticas e corporações poderosas não são os únicos proprietários da verdade dos fatos.

    Depois de WikiLeaks aumentam os sonhos sem censura – de liberdade total na rede. Exige-se uma redefinição da diplomacia, dos conceitos do que deve permanecer secreto, de até onde é lícita a privacidade.

    O articulista espanhol Francisco Basterra, em El País on line, um dos cinco grandes jornais do mundo que estão publicando as filtrações do cablegate WeekLeaks escreve: as comunicações do governo dos EUA são hoje um queijo Gruyere.

    No último número da revista Foreign Affairs, o vice-secretário de Defesa, Wiliam Lynn, conta que , cada dia, as redes civis e militares dos EUA são provadas e escaneadas milhares de vezes para detectar fugas de dados. Apesar disto a diplomacia norte-americana sofreu esta insólita penetração, ainda inexplicável.

    Há uma batalha de tintas libertárias proclamando que é proibido proibir.

    Com as luzes emanadas do cablegate, da chegada do site WikiLeaks,está mudando de mãos a representação popular.

    Terão ficado velhos os senados e parlamentos? Instala-se uma praça pública eletrônica – uma ágora mundial .

    Para evocar a primitiva ágora – palavra grega que define aquela praça em Atenas onde a democracia começou, pelo direito de falar concedido a todos os que a frequentavam.

    Temos diante de nós novos tipos de protesto, numa nova época.

    Fazem-se velhas as greves gerais, os protestos de rua, as passeatas com bandeiras e megafones.

    Pode ser que WikiLeaks seja a resposta das novas gerações à perversidade da crise econômica mundial e de alguns poderosos deste louco mundo.

    Para apoiar abertura dos governos e instituições à democracia via internet acesse http://twitter.com/wikileaks .

    Para assinar petição global contra as perseguições aos criadores do novo instrumento de transparência mundial clique http://is.gd/iraFX

    Publicado por jagostinho @ 11:32



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