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  • 11nov

    Contrariando o que ministro Fernando Haddad (Educação) tem dito desde segunda-feira, o presidente Lula disse ontem que, se for preciso, o governo fará uma nova prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

    Em Moçambique, Lula foi questionado pelos jornalistas sobre a decisão da Justiça de suspender o exame do último final de semana após o registro de várias falhas.

    “Vamos fazer uma investigação e duas coisas estarão garantidas à juventude brasileira: a Polícia Federal vai fazer todas as investigações para saber o que aconteceu efetivamente e nenhum jovem vai ficar sem cursar a universidade”, disse Lula.

    “Se for necessário fazer uma prova, faremos. Se for necessário fazer duas, faremos. Se for necessário fazer três, faremos, mas o Enem continuará a ser fortalecido.”

    Na segunda, porém, Lula descartou a possibilidade de anular a prova, alegando que tinha sido um “sucesso”.

    Aplicado no último fim de semana para 3,3 milhões de pessoas, o exame teve problemas principalmente no primeiro dia (sábado), quando parte dos exemplares saiu com folhas repetidas ou erradas.Havia erro também no cabeçalho do gabarito.

    Houve outros problemas, como uso de celular durante a prova -o que, para a Justiça, mostra que a segurança do exame é falha. A PF investiga ainda denúncia de vazamento do tema da redação.

    Devido aos erros, a Justiça Federal do Ceará determinou a suspensão do Enem. O MEC apresentará explicações à Justiça até amanhã.
    A pasta informa que três participantes foram eliminados por escrever mensagens no Twitter durante a prova.

    SILÊNCIO DE HADDAD
    Procurado, o ministro Fernando Haddad não quis falar. O MEC limitou-se a dizer em nota que não vê “necessidade de realizar” nova prova.

    “O que o presidente da República afirmou é que o projeto do novo Enem, como anunciado na sua implantação, se consolidará com mais de uma edição por ano”, informa em nota à imprensa.

    Para o MEC, foram poucos os “verdadeiramente prejudicados”. A estimativa inicial é que, das 21 mil provas erradas, cerca de 2.000 não foram trocadas na hora.

    A pasta também divulgou ontem nota do Conselho Nacional dos Secretários de Educação em apoio à prova.

    A Defensoria Pública da União, que também defende a anulação da prova, já recebeu cerca de 3.400 queixas sobre o Enem.

    FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO

    Publicado por jagostinho @ 12:22



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