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  • 30set

    UOL/ELEIÇÕES

    Em um evento com público inferior ao previsto e sem a presença de figuras nacionais da oposição, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, realizou na noite desta quarta-feira (29) um de seus últimos compromissos públicos antes da votação de 3 de outubro. Em segundo lugar nas pesquisas, ele tenta forçar um segundo turno contra Dilma Rousseff (PT), preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O tucano participou do encontro em uma casa de espetáculos no bairro onde nasceu, a Mooca, na zona leste da capital paulista. A organização esperava a presença de três mil pessoas, mas havia vários clarões no local, que se esvaziou rapidamente no fim do ato, que durou cerca de duas horas.

    As campanhas eleitorais vão até a meia noite de quinta para sexta-feira (1º). O tucano ainda deve caminhar por ruas do Rio de Janeiro horas antes do último debate antes do primeiro turno, na TV Globo.

    Estiveram presentes ao ato o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), o prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin (PSDB), e ao Senado, Aloysio Nunes (PSDB), além de outros políticos locais.

    De fora do Estado, compareceram o deputado Jutahy Magalhães (PSDB-BA) e Roberto Freire, presidente do PPS, que recentemente trocou seu domicílio eleitoral de Pernambuco para São Paulo.

    Ausências

    Os presidentes do PSDB, Sérgio Guerra, do DEM, Rodrigo Maia, e do PTB, Roberto Jefferson, que integram a aliança em torno do tucano, não apareceram. O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso também faltou.

    Ao chegar, Serra se disse “confiante” em um segundo turno contra Dilma e pediu publicamente a seus aliados que sigam engajados depois da votação do próximo domingo. “Descanso da campanha só em novembro. Vamos ter outubro inteiro para fazer campanha pelo Brasil”, afirmou aos jornalistas. “A determinação que eu gostaria que o Sérgio Guerra desse ao partido é para que ninguém viaje de férias depois do primeiro turno.”

    Em seus discursos, repetiu a convocação “para quem esteja eleito ou não”. Depois de uma série de elogios aos políticos paulistas no palanque, Serra insistiu para que seus simpatizantes buscassem votos entre os indecisos e fez piadas. “Hoje, eu topo qualquer coisa. Quer que eu elogie o Corinthians?”, afirmou o candidato do PSDB, torcedor do Palmeiras.

    Questionado sobre se teria feito sua campanha de maneira diferente, Serra admitiu que sim, mas evitou ser específico. “Se pudesse voltar atrás com a cabeça que eu tenho hoje, é claro. Mas a gente quando atua usa a massa de conhecimento que tem”, disse.

    Publicado por jagostinho @ 14:32



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