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  • 24set

    FOLHA.COM

    A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou em debate da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) entre os presidenciáveis que não vai permitir políticos “ficha suja” em seu governo.

    “Não permitirei e considero que essa questão é muito seria. Nesse momento que está sendo votado no Supremo, acho oportuno reafirmar que é um avanço da democracia essa questão da legislação sobre a ficha suja”, disse.

    A candidata disse também que o governo Lula foi o que mais trabalhou para acabar com a corrupção no país, principalmente com a instrumentalização da Polícia Federal, e deu uma estocada nos tucanos, dizendo que não houve nenhum “engavetador” em seu governo.

    “A Polícia Federal é a maior responsável hoje pelo desmantelamento dos sistemas de corrupção no Brasil. Nós não tivemos em nenhum momento o engavetador-geral da República. Tivemos o Procurador-geral, que investigou todos os processos dos quais teve conhecimento”, afirmou.

    Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), em comentário, disse que “a Dilma não estaria na situação difícil em que está se não fosse o desvio [ético] do partido dos trabalhadores”.

    “E nessa história da corrupção tem duas coisas. Corrupção do governo, o PSOL não admite. Mas tem a corrupção do sistema. A corrução de um Estado, de uma política econômica que leva a pessoas à miséria. Ela é tão grave quanto a outra. O moralismo não deve dominar nessa matéria.”

    REFORMA POLÍTICA

    Como em outros debates, José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) travaram um embate sobre a reforma política, e voltaram a discordar sobre o tema do financiamento público de campanha.

    “Financiamento não vai evitar o financiamento paralelo. Pensa-se que vai resolver o problema, mas eles vão continuar. O que tem é que diminuir o custo da campanha. Você ter um voto distrital, pode ser distrital misto. Vai baixar o custo em 5 vezes”, disse Serra.

    Marina se disse a favor, mas contrária à lista fechada.

    “Sou inteiramente favorável ao financiamento público, e que o processo seja misto com pessoa física, não com empresas. Porque o cidadão tem o direito de contribuir com o candidato que ele gostaria de contribuir. A lista fechada tenho uma posição contrária porque daria uma força muito grande para a burocracia partidária”.

    Ainda sobre reforma política, Serra se disse a favor de regulamentar a iniciativa popular direta.

    “Mas sou contra fazer plebiscito sobre algumas questões. Contra plebiscito sobre a pena de morte e aborto”.

    SEGURANÇA

    Plínio tratou do tema da segurança afirmando que “o alto nível de violência que gera a necessidade um policiamento é fruto da desigualdade social”.

    “O que precisa diminuir mesmo é a desigualdade. Aí você distende o problema. É teto, trabalho e educação. Polícia, quando se fala, geralmente se fala em mais armas, caveirões, helicópteros, mais porrada. Nós achamos que fundamental para a segurança é cidadania, é reeducar essa polícia que foi mal educada no tempo da ditadura.”

    Publicado por jagostinho @ 09:05



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