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  • 31ago

    Site da Rádio Banda b/Jadson André e Bruno Henrique

    O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), o vereador Denílson Pires, foi preso na manhã de hoje (31) por policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado no Paraná (Gaeco-PR).

    Junto com ele mais três pessoas, entre elas, o advogado do sindicato, Valdenir Dias, o tesoureiro Valdecir Bolete e Nerei Fátima Butinhone.

    O vereador e os outros dois dirigentes são acusados de desviar dinheiro do sindicato, golpe que segundo as investigações do Gaeco acontece desde a criação da instituição, em 1990, isso porque a diretoria sempre ficou nas mãos de um grupo que se revezava na presidência0.

    Neste período, um presidente e um ex-diretor foram assassinados depois de ameaçar fazer denúncia ao Ministério Público.

    Pires foi preso em casa e está sendo acusado de participação no esquema de desvio de dinheiro e por formação de quadrilha.

    Na saída do Sindimoc, hoje de manhã, ele alegou que não sabia de nada. “Estou achando isso muito estranho. É só levantar a minha ficha que não tenho nada em meu nome”, afirmou.

    Denúncias

    “Depois das denúncias pedimos mandados de busca e apreensão para conseguir documentos relativos a fraudes que comprovem a aquisição de bens e valores. A prisão de Pires, Dias e Bolete é temporária, vai durar cinco dias, para que eles não tenham a oportunidade de atrapalhar as investigações”, disse o coordenado estadual do Gaeco, Leonir Batisti. Os mandados de busca e apreensão e os de prisão foram assinados pelo juiz Pedro Luiz Sanson Corat, da Vara de Inquéritos Policiais.

    De acordo com Batisti, os policiais encontraram uma soma de R$ 120 mil nas dependências do Sindimoc, dinheiro este que ainda não tem origem confirmada. “No último boletim de taxas que é datado como sendo do dia 27 de agosto, constam apenas R$ 15 mil em caixa, o que aumenta as suspeitas de desvio”.

    Orçamento milionário

    O Sindimoc tem orçamento superior a R$10 milhões, parte desse valor vem do pagamento da passagem pelos usuários do sistema de transporte público. Consta nas investigações ainda que o mesmo grupo estaria à frente desse sindicato desde sua fundação.

    Assassinatos

    Nesse período, o então presidente, Aristides da Silva, conhecido como “Tigrinho”, foi executado a tiros por pistoleiros na praia de Itapoá, Santa Catarina, em 1998. Recentemente, o ex-diretor da entidade, Alcir Teixeira, conhecido como “Zico”, foi morto da mesma forma, em 2009, após afirmar que iria denunciar as irregularidades ao Ministério Público.

    Também constam denúncias de que o atual presidente do Sindimoc teria usado verbas e a estrutura do sindicato para se eleger vereador e que uma assessora parlamentar que consta na folha de pagamento da Câmara de Vereadores de Curitiba e não cumpre expediente no Legislativo atende no escritório político do vereador.

    Publicado por jagostinho @ 17:53



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • REclamando Disse:

    Esses sindicatos teriam que acabar. Uma vergonha. Verdadeira máfia. Se matam pelo dinheiro do trabalhadores. Alguem tem que ter coragem e liquidar com isso. É uma praga no mundo inteiro.

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