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  • 30ago


    Milton Alves*

    Os resultados das últimas pesquisas de intenções de votos novamente apontam para um crescimento consistente, amplo, e acelerado da candidata Dilma Rousseff.

    Agora a candidata vence em todas as regiões e segmentos sociais. O fato mais relevante da atual pesquisa do Datafolha é a superação de Dilma em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná.

    A arrancada no Sul do país e em São Paulo praticamente definem a contenda no primeiro turno, o que seria uma vitória política em toda linha do campo popular e democrático, consagrando a força e o prestígio popular de Lula.

    Os números também chamam atenção pelo fato da repercussão do crescimento de Dilma nos estados, o que  alavanca os seus aliados. O exemplo do impulso de Mercadante em São Paulo foi significativo.

    Além disso, a campanha de Dilma tem tido um percurso positivo, ascendente, gerando um clima de otimismo e confiança no conjunto da sua aliança.

    Serra, ao contrário, apresenta dificuldades de todo tipo, desde questões organizacionais até a falta de um eixo político claro, não consegue articular uma base programática mínima para o embate com Dilma, por isso gira feito um pião sem rumo.

    É claro que a questão chave, a dificuldade maior de Serra, é ir contra uma gestão e um governo exitosos. E para isso não tem remédio e marqueteiro que dê jeito.

    Efeito Dilma

    Num cenário de avanço consistente de Dilma, e de queda acentuada dos tucanos, é possível ocorrer um desdobramento nas disputas pelos governos estaduais: um efeito Dilma.

    O mesmo pode ocorrer nas disputas proporcionais, já existem projeções de uma bancada dos aliados de Dilma em torno de 380 deputados.

    Neste sentido, o embate eleitoral no Paraná, ainda em aberto, pode sofrer uma forte interferência desse processo, o que pode favorecer a candidatura de Osmar Dias.

    No Paraná, o candidato tucano ainda leva vantagem. No entanto,  o cenário político é favorável para o avanço das forças congregadas em torno do projeto liderado por Lula e Dilma e, certamente, isso fará uma enorme diferença a partir de agora.  O caminho é apostar no efeito Dilma.

    * É presidente estadual do PCdoB-PR e membro do Comitê Central

    Acesse o blog  www.miltonalves.com

    Publicado por jagostinho @ 18:12



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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Dorvalino Disse:

    Parabens ao Milton pela coerencia em seu comentario. Só ignorantes não perceberam ainda que nesse proximo mes a virada chega no Paraná com osmar ganhando para governador com apoio de Dilma e Lula.

  • Pina Disse:

    O “efeito Lula”, que transformou Dilma Rousseff de burocrata desconhecida em fenômeno eleitoral, é a grande esperança do senador Osmar Dias para reverter o favoritismo do tucano Beto Richa e virar eleição do Paraná. Richa lidera a disputa no estado com 50% das intenções de voto contra 34% do pedetista, segundo o Ibope. O efeito é esperado por Osmar devido a sua associação recente política com Lula e o PT, mas essa expectativa não tem base realista. Os índices recordes de aprovação do presidente pouco têm ajudado os candidatos que apóia nos estados.

    Caso emblemático é o de Aluízio Mercadante, candidato do PT ao governo de São Paulo, base política do Partido dos Trabalhadores e do próprio Lula, que tem 23% de intenção de voto contra os 47% de Geraldo Alckmin, do PSDB, segundo o último Ibope. O apoio de Lula também não impediu que Hélio Costa, do PMDB de Minas Gerais, que tem um vice do PT, e iniciou a campanha com 44% das intenções de voto, fosse ultrapassado por Antonio Anastasia, do PSDB, que largou com 18%. Nos demais estados Lula também não demonstra o poder de alterar o quadro. A posição dos candidatos estaduais tem muito a ver com a situação local e o apoio de Lula influencia pouco.

  • Pereira Disse:

    Além da presença de Lula e Dilma em seu comício programado para Foz do Iguaçu, Osmar Dias espera que as promessas feitas pelos petistas se concretizem rapidamente. Se não, o homem vira mesmo o Urtigão. Está faltando fôlego nas maiores cidades do interior e mesmo na capital o sufôco é grande. O presidente do PDT, Carlos Lupi, que também prometeu mundos e fundos, esqueceu dos fundos. E o retorno de Pessuti da Disneylandia reacende a esperança criada num encontro palaciano entre o governador, o coordenador da campanha de Osmar, Mario Pereira, e o outro Mario, o Petraglia. Essa foi uma conversa afável, com milhões de promessas. Não cumpridas até ontem.

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