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  • 26ago

    FOLHA.COM


    A pedido do candidato, o comando da campanha de José Serra à Presidência intensificará a produção de material e a contratação de cabos eleitorais.

    Serra cobrou mais mobilização partidária na madrugada de ontem, durante reunião com a coordenação da campanha.

    Dizendo-se confiante nas chances de chegada ao segundo turno, Serra pediu, porém, mais visibilidade, com distribuição de panfletos e presença de cabos eleitorais nas ruas.

    Ontem, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), afirmou que o comitê triplicará a produção de material.

    Já o coordenador de infraestrutura, Sérgio Kobayashi, avisa que nada foge do cronograma previsto.

    Segundo ele, já estava programada a mobilização de cabos e suas bandeiras no mês que antecede a eleição.

    “A demanda é sempre superior à produção. Os recursos são finitos. Não faremos loucura. Não temos caixa dois”, disse Kobayashi.

    O coordenador administrativo, José Henrique Lobo, também negou que o material venha a ser triplicado.

    Lobo não soube quantificar, mas afirmou que estava programado um aumento com o início do horário na TV.

    FHC E AÉCIO

    Convocado a São Paulo num momento de queda de Serra nas pesquisas, o ex-governador Aécio Neves gravou uma participação para o programa do presidenciável.

    Para descaracterizar a ideia de reunião de avaliação do momento político, Aécio teve várias conversas ao longo do dia, entre elas com o coordenador de comunicação, Luiz Gonzalez, e Guerra, coordenador-geral da campanha.

    Segundo Guerra, estava previsto ainda um encontro com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

    Mas isso não aconteceu. Disposto a driblar eventuais constrangimentos, o ex-presidente não reclamou de sua tímida aparição no programa eleitoral do PSDB.

    “Apareço como deve aparecer um ex-presidente. O Lula é um militante. Ele esqueceu que é o presidente de todos nós para servir a uma facção”, justificou FHC.

    O candidato do PSDB ao governo do Paraná, Beto Richa, não poupou o programa. Disse que Serra pode reverter a desvantagem nas pesquisas desde que mude seus programas.

    Para ele, Serra “deve melhorar seus programas na TV, acertar uma linha de ação”.
    Em conversas, o candidato tem defendido a manutenção da linha de comunicação da campanha.

    Quando elogiam a beleza do programa de Dilma, Serra costuma alegar que nem sempre os programas bonitos também são eficientes.

    Além de conter críticas ao programa, Guerra trabalha para debelar crises regionais.

    Ontem, ele negou que o PSDB tenha abandonado o candidato a governador Jarbas Vasconcelos (PMDB).

    Lembrando que os tucanos que administram as maiores cidades do Estado estão com Jarbas, Guerra alegou que, dos 11 prefeitos do PMDB, 6 estão com  governador Eduardo Campos.
    (CATIA SEABRA, BRENO COSTA E DIMITRI DO VALLE)

    Publicado por jagostinho @ 07:22



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