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  • 19ago

    “Não há dinheiro que pague ver um dependente químico recuperado e há muito tempo Osmar tem dado atenção especial a nossa causa. Temos que nos unir para levar as propostas a todos, para que se unam e elejam Osmar. Não podemos deixar este projeto morrer na casca”, defendeu coordenador da Pastoral da Sobriedade

    O tratamento e a recuperação de dependentes químicos é uma das bandeiras da campanha de Osmar Dias (PDT) ao governo do Estado.

    Para conhecer melhor as dificuldades enfrentadas pelas Casas de Apoio mantidas por entidades do terceiro setor, Maria Teresa e Rebeca Dias, mulher e filha do candidato, receberam nesta quarta-feira (18), representantes das instituições de Curitiba e Região Metropolitana que auxiliam no tratamento de dependentes.

    “Osmar sempre foi muito sensível a essa questão e quer ajudar da melhor forma. Ir ao encontro dos anseios e expectativas dessas comunidades”, afirmou Maria Teresa, contando que entre as propostas de Osmar está a construção de cinco clínicas regionais especializadas na desintoxicação dos dependentes e investimento de recursos do Estado para ampliação e manutenção dos serviços prestados pelas comunidades terapêuticas.

    “Já visitei algumas casas de apoio para conhecer o trabalho e fiquei impressionada com o que vi. Marcamos essa conversa para receber as propostas do que eles precisam e ajudar nas reais necessidades”, garantiu Rebeca.

    De acordo com José Augusto Soavinski, coordenador da Pastoral da Sobriedade, mantida pela Igreja Católica e que atende mais de 5 mil dependentes e familiares por semana em todo o Brasil, estima-se que só no Paraná existam 1,2 milhão de dependentes de crack.

    “Só em Curitiba e Região Metropolitana, mais de 350 mil famílias sofrem com o vício do crack. O que necessitamos é que sejam construídas as clínicas para a desintoxicação, regulamentação para as casas de apoio que realizam esta desintoxicação e investimentos para manter e ampliar o trabalho em todas as casas de apoio, sem deixar que elas percam sua identidade”, disse Soavinski.

    Já a professora Maria da Conceição acompanhou a reunião porque ficou sabendo da presença e envolvimento da família de Osmar na causa. “Era este o envolvimento que faltava para ajudar as comunidades no tratamento natural e laboral diferenciados que essas instituições oferecem. Nelas o dependente químico não fica ocioso, mas assume as responsabilidades do dia a dia”, ressaltou a professora.

    “Não há dinheiro que pague ver um dependente químico recuperado e há muito tempo Osmar tem dado atenção especial a nossa causa. Mas temos que nos unir para levar as propostas a todos, para que se unam e elejam Osmar. Não podemos deixar este projeto morrer na casca”, afirmou Soavinski.

    Publicado por jagostinho @ 16:40



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