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  • 11ago

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    A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, declarou nesta terça-feira que, apesar de ter permanecido no governo federal na época do escândalo do mensalão (era ministra do Meio Ambiente), não foi conivente com o suposto esquema de compra de votos em troca de apoio no Congresso Nacional.

    “Naquele momento permaneci no governo para dar a contribuição que era necessária, mas não por ser conivente”, disse ela em entrevista ao Jornal Nacional.

    A candidata do PV defendeu as investigações sobre o caso, mas disse ainda que nem todos os membros da administração federal praticaram erros.

    Licenças ambientais

    Sobre a reclamação de que haveria demora na liberação de licenças ambientais quando estava à frente do Ministério do Meio Ambiente, Marina disse que “naquela época encarava com certa naturalidade [as reclamações] porque quando assumi, o Ministério estava desestruturado e eu precisei fazer concursos, por exemplo, e quando começamos a arrumar, aumentou consideravelmente o número de pedidos de licenças”

    Questionada se a demora voltaria caso seja eleita, Marina disse que vai trabalhar “com o sentido de urgência que o país pede para infraestrutura sem negligenciar as questões ambientais”.

    Alianças

    Perguntada se teria dificuldade para formar alianças para governar já que sua candidatura não tem o apoio de outros partidos, Marina afirmou que Serra e Dilma ficarão engessados por seus aliados.

    “Quando olho para Dilma [Rousseff, candidata do PT à Presidência da República] e para Serra (PSDB), vejo que eles estão tão comprometidos com suas alianças que só poderão repetir mais do mesmo dos governos de Fernando Henrique, que ficou amarrado pelo fisiologismo do DEM, e do presidente Lula”, afirmou.

    Nunca antes neste país

    Em suas considerações finais, Marina tentou relacionar a possibilidade de sua eleição com o discurso de ineditismo de quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder.

    “Só em um país como o Brasil, com a democracia que temos, uma pessoa que nasceu no meio da floresta Amazônica, que só foi alfabetizada aos 16 anos, que teve inúmeros problemas de saúde, pode chegar a ser a primeira mulher presidente da República”, concluiu.

    Publicado por jagostinho @ 11:08



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