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  • 17jun

    GABINETE DEP. MARCELO RANGEL- ASSESSOR DE IMPRENSA OSNI GOMES

    Está marcada para o dia 13 de julho, às 10h na Assembleia Legislativa uma audiência pública, convocada pelo deputado Marcelo Rangel (PPS) para tratar dos impostos que incidem hoje sobre os remédios no Paraná, tendo em vista a reforma tributária do Governo, que prometia a redução de preços de produtos de consumo popular.

    O deputado Rangel chegou a denunciar na tribuna da ALEP que a nova lei serviu para onerar ainda mais os medicamentos.

    Para o encontro o deputado já conseguiu confirmar a presença do secretário Heron Arzua, que promete explicar a questão e ouvir as reivindicações dos farmacêuticos e entidades da classe para impedir que o custo mais alto chegue ao consumidor final.

    “O mais importante é corrigir esta falha que está preocupando a todos nós”.

    Os valores atuais do ICMS sobre os remédios deixam os farmacêuticos sem alternativa para oferecer produtos mais baratos para seus clientes.

    “O problema é que o imposto está incidindo sobre o valor máximo, quando deveria ser praticado em cima do valor de compra. Isso deixa as farmácias e má situação, sem possibilidades de oferecer descontos para chamar a clientela”, frisou o deputado.

    Rangel vem recebendo várias reclamações e dispõe de nota fiscal para comprovar, que alguns remédios como o Omeoprazol, por exemplo, estão com seus preços muito altos. Tudo por causa do imposto e da forma de cobrança que é executada pelo governo baseado na reforma fiscal.

    Este medicamento possui imposto mais alto que o valor do próprio produto. “Hoje temos no Paraná medicamentos entre os mais caros do país”.

    O deputado cobra também sobre a distribuição de alguns medicamentos e órgãos da Secretaria da Saúde. O Dodeina, que é essencial contra a dor, faltou nos postos de saúde, prejudicando tratamentos médicos das pessoas.

    A reforma tributária do Governo, conhecida na época como “pacotão”, previa uma redução de 18% para 12% da alíquota do ICMS de bens de consumo popular.

    Os únicos produtos que teriam elevação de preço, segundo o mesmo documento, seriam combustíveis, energia elétrica, telecomunicações, bebidas alcoólicas e cigarros, mas jamais os remédios.



    Publicado por jagostinho @ 16:04



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