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  • 06jun

    VEJA/SAÚDE

    Muita gente me pergunta se a caminhada é um bom método para emagrecer. Sim e não. Não é um bom método se a quantidade diária de caminhada for insuficiente para provocar um gasto calórico maior que a ingestão calórica do praticante.

    Sim, é um excelente método, desde que haja uma quantidade diária de passos igual ou superior a 10.000 e que a alimentação seja controlada e balanceada – preferencialmente supervisionada por um profissional da área de nutrição.

    A armadilha
    Para obter resultados satisfatórios, é essencial que o caminhante tenha um controle preciso sobre o número de passos diários. Do contrário, fica fácil cair na armadilha de achar que está se exercitando e exagerar na alimentação.

    E nesse caso, todos sabemos o que acontece, certo? Não é raro escutar de alguém que vem caminhando diariamente a frase clássica:

    “Estou andando 40 minutos, três vezes por semana, por que não consigo emagrecer?” Volto a afirmar, agir e pensar desta forma ingênua é cair na armadilha da caminhada. Se o objetivo realmente for emagrecer, então é absolutamente necessário ter um controle rígido sobre o número de passos e as calorias ingeridas diariamente.

    Não desanime
    O controle sobre o número de passos é mais simples do que se imagina – para isso existe o pedômetro.

    Há no mercado diversos modelos e variadas marcas. Esses aparelhos são voltados para contar o número de passos dados por um indivíduo. Para utilizá-lo basta prendê-lo na cintura e calibrar o tamanho da sua passada (ela varia de pessoa para pessoa) seguindo o manual do fabricante.

    E, por experiência, eu afirmo que os números registrados no aparelho nos motivam a atingir patamares cada vez mais altos. Tenho monitorado algumas pessoas que alegam não ter “tempo” para se exercitar e minhas expectativas foram superadas pelos resultados alcançados.

    Pessoas que juravam não ter sequer 30 minutos diários para caminhar, hoje usam 15 ou 20 minutos que sobram na hora do almoço para andar ou fazer uma caminhada extra. Tem sido muito gratificante ouvir coisas como: “Professor, estou dando 11.000 passos, mas quero chegar nos 12.000.”

    Eu mesmo venho andando um pouco mais e tenho me divertido com o uso deste aparelho. Os pedômetros vêm sendo objeto de diversas pesquisas e os resultados têm sido muito animadores.

    Indivíduos que mantiveram média superior a 5.000 passos diários obtiveram diminuição da pressão arterial, melhora nos índices de condicionamento físico, perda de peso e outros importantes benefícios à saúde.

    Uma história
    Passei por uma experiência interessante recentemente. Estive ministrando uma palestra para estudantes de Odontologia e tive o prazer de conhecer o doutor Carlos de Paula Eduardo, diretor da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), um apaixonado por caminhada e adepto há mais de dez anos do pedômetro.

    Como tínhamos algum tempo antes da palestra, aproveitamos para….. caminhar. Durante o exercício, doutor Carlos falou do prazer que sente nos dias em que ultrapassa os 10.000 passos e que inclusive chega a utilizar os shopping centers para caminhar nos dias de muita chuva.

    Uma excelente idéia para muitos.



    Publicado por jagostinho @ 11:32



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