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  • 30maio

    UCHO.INFO

    No momento em que se acirra a disputa pelo direito de ocupar o Palácio do Planalto a partir de 1º de janeiro de 2010, os candidatos buscam de maneira frenética selar alianças políticas, como forma de garantir o bem mais precioso de uma eleição. O tempo de rádio e televisão.

    Como cada partido tem o seu quinhão temporal para falar ao eleitor, até mesmo os chamados partidos nanicos estão na alça de mira dos principais candidatos.

    E qualquer acordo é numérica e minuciosamente negociado, até porque não há quem mantenha uma agremiação política, mesmo pequena, por mero diletantismo.

    A eventual aliança do PP com o PSDB, que pode garantir ao presidenciável tucano José Serra mais tempo no rádio e na televisão, começou a andar de lado.

    Pelo menos é essa a sensação deixada pelos deputados federais do partido que conversaram com o ucho.info em Brasília.

    Na quarta-feira (26), enquanto o plenário da Casa discutia matérias polêmicas e importantes como a PEC 300, a Emenda 29 e o Fust, parlamentares tucanos foram uníssonos ao declarar que se “com dez pontos de vantagem do Serra o PP não se decidiu, não será agora, com a disputa presidencial empatada, que isso irá acontecer”.

    Há quem diga que tal pensamento é uma manifestação de pessimismo, mas até mesmo os mais otimistas titubeiam na hora de responder. E acabam fazendo caretas para expressar a dúvida.

    A polêmica surgiu com a decisão do PSDB do Paraná de fechar um pré-acordo para que o deputado federal Ricardo Barros (PP), ex-vice-líder do governo Lula na Câmara, concorra ao Senado Federal na chapa encabeçada pelo tucano Beto Richa, ex-prefeito de Curitiba e candidato ao governo estadual.

    O outro eventual candidato da coligação é o senador Osmar Dias (PDT), que pode desistir de disputar o governo paranaense e tentar a reeleição.

    A decisão foi tomada pelo presidente nacional do PSDB, senador Sérgio guerra (PE), que por enquanto coordena a campanha de José Serra e deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados.

    Ao abrir a possibilidade de Ricardo barros concorrer ao Senado, Guerra sepultou o plano do deputado Gustavo Fruet (PSDB) de chegar à Câmara Alta. E Guerra tem evitado responder aos inconformados.

    Conhecido na seara política por estar sempre em cima do muro, o PSDB recentemente tomou duas decisões equivocadas.

    A primeira delas foi alijar da disputa pelo governo do Paraná o senador Alvaro Dias, que na condição de candidato aglutinaria diversos partidos em torno da candidatura de José Serra, além de ser um dos favoritos na corrida ao Palácio Iguaçu.

    Dias não apenas garantiria perto de 2,5 milhões de votos para Serra, mas encurtaria o palanque de Dilma Rousseff no Paraná.

    A outra foi implodir o projeto político de Gustavo Fruet, o que anula o plano de aumentar a bancada tucana no Senado e prejudica o partido nas eleições municipais de 2012.

    Enquanto o tucanato vive esse conturbado momento de indecisões, o PP, comandado pelo senador Francisco Dornelles (RJ), permance como mero e paciente espectador, que, diga-se de passagem, ainda não abandonou a base de sustentação do governo Lula da Silva.

    Publicado por jagostinho @ 16:33



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