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  • 27maio

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    O deputado estadual Fabio Camargo (PTB) pediu ontem que a Polícia Federal e o

    Camargo:- "muitos aqui estão sob a mira da PF"

    Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco, braço do Ministério Público Estadual) unam forças nas investigações sobre as irregularidades na Assembleia Legislativa do Paraná. Ele ainda defendeu a junção das investigações dos escândalos dos diários secretos, revelados neste ano, e do esquema gafanhoto, que estourou em 2008.

    O caso gafanhoto, investigado pela PF e pelo Ministério Público Federal, consistia no depósito do salário de vários servidores dos gabinetes de deputados estaduais em uma única conta bancária – normalmente movimentada pelo próprio parlamentar ou por pessoas próximas a ele. A partir desse método de pagamento, suspeita-se que houvesse desvio de recursos públicos da Assembleia. Alguns dos servidores também seriam fantasmas.

    A investigação do esquema gafanhoto chegou a cerca de 400 funcionários que supostamente teriam autorizado o depósito de seus vencimentos na conta corrente de terceiros entre 2001 e 2004. Eles tiveram seus nomes usados como “laranjas” e caíram na malha fina da Receita Federal por não declarar tais rendimentos. O caso envolve ainda pelo menos 63 deputados e ex-deputados estaduais.

    O deputado Fabio Camargo ontem disse acreditar que as atuais irregularidades dos diários secretos podem ter relação com o caso dos gafanhotos. “A União entre o Gaeco e a PF seria de suma importância para as investigações”, afirmou o parlamentar.

    Em discurso na tribuna, Camargo contou ter tido acesso a uma investigação sigilosa da PF, em que vários funcionários nomeados para cargos em comissão recebiam os pagamentos nas mesmas contas, dos bancos HSBC e Itaú. “Em um caso, mais de dez funcionários recebiam em uma mesma conta e essa conta estava registrada no nome de uma empresa.”

    O deputado não citou nomes, mas afirmou que o esquema teria começado por volta do ano 2000 e envolveria, inclusive, parlamentares da atual legislatura. “Já vi nessa tribuna colegas subirem e discursarem e falaram sobre denúncias, sobre assinaturas, sobre não saberem de nomeações ocorridas. Mas o fato é que muitos aqui estão sob a mira da Polícia Federal.”

    Publicado por jagostinho @ 10:36



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