Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 10maio

    AGÊNCIA BRASIL

    O Brasil cortou pela metade a taxa de mortalidade entre as mães em 17 anos, segundo relatório do Ministério da Saúde divulgado nesta semana. Em 1990, o país registrava 140 óbitos maternos a cada 100 mil nascidos. Em 2007, passou para 75 mortes. Entretanto persiste a distância entre os índices do Norte/Nordeste e do restante do Brasil.

    Apesar da redução de morte materna, José Gomes Temporão, ministro da Saúde, reconheceu que cumprir a meta do milênio não será fácil. O objetivo é reduzir em 75% a razão de mortes maternas até 2015.

    Ainda existem problemas como as discrepâncias regionais, já que o Norte e o Nordeste apresentam índices maiores do que o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste. Em 2008, por exemplo, a região Nordeste registrou 543 mortes maternas. Na região Sul o número foi de 189.

    “A morte materna no Brasil mantém a mesma lógica de equidade do desenvolvimento industrial, acesso a emprego, renda e escolaridade. Por isso encontramos índices maiores no Nordeste e na Amazônia Legal. Por outro lado, há cidades como Curitiba com 12 mortes para cada cem mil nascidos. O recomendado pelo OMS é de 20 para cada cem mil”, explica Adson França, assessor especial do ministro da Saúde.

    A diferença deveria ser melhor observada pelo governo federal. “Falta ainda a sensibilidade dos gestores federais para equipararem os recursos financeiros das regiões Norte e Nordeste com o restante do país”, avalia Garcia Souza Neves, coordenador estadual de Saúde da Mulher do governo do Ceará. No Nordeste, o Estado é o que mais reduziu a quantidade de mortes, de 110 para 63, entre 1990 e 2008. “Cumprimos na íntegra a política nacional, mas só foi possível porque criamos mecanismos próprios no estado”, completa.

    Além do Ceará, somente o Rio Grande do Norte e Sergipe conseguiram diminuir a razão de mortes maternas no Nordeste. No Maranhão, Piauí, em Pernambuco, Alagoas, na Paraíba e Bahia os índices cresceram.

    Publicado por jagostinho @ 16:07



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

2 Respostas

WP_Cloudy
  • flavio Disse:

    é sempre o norte e o nordeste que estão atrasados. E olha que um nordestino tá governando o Brasil quase oito anos. Povo brurro tem que se danar mesmo. Vota no PT, vota!

  • teixeira Disse:

    Saúde e educação. Nestes dois itens estamos muito atrasados. Não adianta o Lula ficar mentindo e dizendo que este país é uma maravilha, pois não é. DTá bom pra ele que vive na mordomia. Mas a mamata vai acabar.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.