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  • 27mar

    EFE – Cidade do Vaticano

    O cardeal Joseph Ratzinger, quando era arcebispo de Munique (Alemanha), não soube da decisão de reintegrar o sacerdote conhecido como H. na atividade pastoral paroquial, afirmou hoje o porta-voz vaticano, Federico Lombardi, assinalando que qualquer outra versão é “mera especulação”.

    Com estas palavras, Lombardi desmentiu o publicado hoje nesse sentido por “The New York Times”, assinalando que o artigo do jornal americano “não contém informações novas, diferentes, em relação às anunciadas pela arquidiocese de Munique sobre a situação do sacerdote H.”.

    O porta-voz vaticano lembrou que o então vigário-geral da arquidiocese bávara, Gerhard Gruber, assumiu a “total responsabilidade de sua própria e equivocada decisão de reintegrar H. na pastoral paroquial”.

    Em meados deste mês, o jornal alemão “Süddeutsche Zeitung” informou que na década de 80, quando era arcebispo de Munique e Freising, Ratzinger autorizou que um sacerdote com antecedentes de pedofilia e que tinha sido expulso por esse motivo do bispado da cidade alemã de Essen, trabalhasse na capital bávara.

    Lombardi, já no dia 12 de março, assegurou que o papa era “totalmente alheio ao caso” e que o ex-vigário Gruber tinha assumido sua responsabilidade e reconhecido que “não fez caso das indicações do então arcebispo Joseph Ratzinger, que tinha disposto que o sacerdote não desenvolvia nenhuma atividade pastoral”.

    Ontem, o “New York Times” publicou outra nota na qual assegurou que o papa – quando era o cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé – e o atual secretário de Estado, Tarcisio Bertone, encobriram o sacerdote americano Lawrence C. Murphy, acusado de abusar sexualmente de cerca de 200 menores entre 1950 e 1970 em uma escola para crianças surdas do estado de Wisconsin.

    O Vaticano o desmentiu categoricamente, denunciando uma “ignóbil campanha” para bater a qualquer custo no papa.

    Publicado por jagostinho @ 16:04



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7 Respostas

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  • GABRIELA Disse:

    a pedofilia é a praga da igreja católica. Mas querer atingir o Santo Padre é coisa de mentes doentias.

  • ladislau Disse:

    ao contrário do que falam é neste pontificado que as coisas estão sendo denunciadas e investigadas sem acobertamento como acontecia no passado. Bento 16 sofre muito mas quer tudo esclarecido.

  • tarcisio Disse:

    tentar atingir o Papa é o absurdo dos absurdos. Mas como católico estou envergonhado com padres canalhas e nojentos que deviam ser expulsos sumariamente do seio da igreja.

  • neusa Disse:

    Está na hora de começar a investigar muitas paróquias de Curitiba que estão cheias de padres pedófilos. Parece que está chegando a hora de acabar com esse crime na nossa cidade.

  • felício Disse:

    O problema é que qdo uma denúcia é feita a um superior as coisas são feitas às escondidas. E os canalhas se aproveitam disso.Tem que escrachar padre pedófilo. Padre pedófilo é mais criminoso que outro pedófilo pois se aproveita da confiança dos pais das crianças.

  • geraldo Disse:

    são decadas de abusos sem nenhuma providencia. Deu no que deu. Sobrou até para Bento 16. Vamos ver se agora as coisas são colocadas nos seus devidos lugares. Lugar de padre pedófilo é na cadeia e não ser transferido de paróquia. Não sacrifiquem mais nossas crianças.

  • lurdes Disse:

    molestar crianças é maior covardia do mundo. E padre pior ainda. Que vergonha.

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