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  • 11mar

    PARANÁ ONLINE/GISELLE ULBRICH E MARA CORNELSEN

    O boato de que a mensagem entregue na Assembléia Legislativa, ontem, pelo vice-governador

    Foto de Anderson Tozato

    Orlando Pessuti, sugeria um aumento de no máximo R$ 150 para os policiais militares, provocou tremenda confusão nos quatro batalhões que formam o Comando do Policiamento da Capital (CPC).

    À partir das 16h40, mensagens pelos rádios das unidades policiais e das viaturas, comentando o que era chamado de “aumento ridículo”, foram mobilizando a tropa, que preferiu se aquartelar.

    No início da noite, viaturas e PMs que estavam trabalhando ou de folga, e até quem estava em férias, concentraram-se nas sedes do 12.º , 13.º, 17.º e 20.º batalhões, para discutir uma possibilidade de greve.

    O clima era de revolta, o que obrigou o coronel Jorge Costa Filho, comandante do CPC, a ir até o 13.º BPM (o maior da capital), com sede no Novo Mundo, para conversar e acalmar a tropa, além de desmentir o boato e garantir que a mensagem enviada pelo governador Roberto Requião iria atender aos anseios dos policiais.

    Mais tarde, Costa também reuniu policiais do 12.º BPM, desta vez na sede do Comando Geral, e deu as mesmas explicações, pedindo calma e atenção aos seus comandados.

    Rádio

    Apesar dos esforços do comando, as comunicações por rádio ficaram prejudicadas durante a noite. Ao invés das transmissões de ocorrências, eram ouvidos gracejos, palavrões, músicas, sons de sirenes e até ofensas aos PMs que insistiam em trabalhar. Para que a cidade não ficasse desguarnecida, as comunicações passaram a ser feitas por telefone.

    De acordo com oficiais ouvidos ontem à noite, as viaturas foram recolhidas para as sedes das companhias (que são postos avançados dos batalhões) e lá as equipes recebiam ordens pelo telefone para dar atendimento às ocorrências.

    Embora comentários dessem conta de que o jogo entre Coritiba e Luverdense (time do Mato Grosso), no Couto Pereira, ficaria sem policiamento, o oficial encarregado de supervisionar o local informou, durante o jogo, que tudo estava normal.

    Cerca de 70 PMs do 12.º Batalhão faziam a segurança interna e externa do estádio e outros, do Batalhão de Polícia de Trânsito, da Rotam e do Batalhão de Motos também estavam em seu postos, guarnecendo ruas e logradouros próximos do local do jogo.

    Publicado por jagostinho @ 04:20



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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Fabieira Disse:

    Esses PM´s são uns irresponsáveis, deveriam responder por atitudes ridículas como essa.

  • Rogério Disse:

    Uma notícia veiculada de forma tendenciosa acaba nisso aí. Depois temos uma tragédia, mas e o pseudo-jornalista que causou isso como responde? Liberdade de expressão?

  • zequinha Disse:

    acho que tem q ter aumento igual pra todos. Nada de oficial ter aumento maior que soldado. X por cento para todos.

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