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  • 15jan

    EFE

    As ondas do telefone celular poderiam proteger do mal de Alzheimer e inclusive reverter seu curso, segundo um estudo realizado com ratos por cientistas da Universidade do Sul da Flórida e publicado nesta quarta-feira (6).

    O trabalho, que oferece uma nova esperança aos pacientes de Alzheimer, soma-se a outros dois relatórios conhecidos também hoje que destacam respectivamente o desenvolvimento de fármacos contra enzimas específicas para seu tratamento e o desenho de um scanner cerebral para detectar a doença em jovens saudáveis.

    Doença neurológica que não tem cura, o Alzheimer afeta milhões de pessoas e se caracteriza pela perda progressiva da memória e leva a demência e a morte do paciente.

    Conforme os cientistas da Universidade da Flórida, os milhões de fãs do celular têm uma nova desculpa para seguir utilizando o equipamento.

    Em um relatório publicado pelo “Journal of Alzheimer’s Disease”, os cientistas indicam que em experiências com 100 ratos provou que a exposição às ondas eletromagnéticas do aparelho pode proteger e até reverter os sintomas do Alzheimer.

    “Ficamos surpresos em descobrir que a exposição ao celular protegeu a memória de ratos que estariam condenados ao Alzheimer”, indicou Gary Arendash, professor do centro de pesquisas.

    “Mas o mais assombroso foi constatar que as ondas eletromagnéticas dos celulares revertiam o desequilíbrio na memória dos ratos”, acrescentou.

    Os cientistas explicaram que nos roedores as ondas eliminavam e preveniam a formação das camadas de proteína beta-amilóide, características da doença.

    Para o experimento, os ratos foram fechados durante nove meses em uma jaula e foram expostos a ondas similares às de um celular.

    Induzidos geneticamente para desenvolver a doença, os roedores se mantiveram saudáveis. Sua memória não foi afetada e também não mostraram sinais de demência.

    Nos ratos mais velhos com problemas de memória, os mesmos desapareceram, o que sugere a possibilidade de se alcançar um efeito similar em humanos, afirmaram os cientistas.

    Publicado por jagostinho @ 12:10



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2 Respostas

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  • bia Disse:

    por isso não acredito nessas pesquisas. Vão ao sabor do vento. Qdo a coisa não está boa para um produto, surge uma pesquisa dizendo que éle é bom para a saúde. Eu hein?

  • fernando Disse:

    minha irmã então não morre mais disso.

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