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  • 14jan

    VEJA

    O mundo, do jeito como o conhecemos hoje, seria impossível sem o uso do laser. Esse feixe de luz concentrada é imprescindível na transmissão de dados pela internet e no sistema de telefonia. Quando ouvimos um CD ou assistimos a um DVD, lá está ele, transformando ondas eletromagnéticas em sons e imagens.

    Graças ao laser, as filas nos supermercados e bancos andam mais rapidamente – os códigos de barras são interpretados por ele. É essa luz, ainda, que dá exatidão milimétrica à mira dos mísseis lançados pelos navios, aviões e tanques de guerra; mantém os trens alinhados sobre os trilhos; permite a medição dos poluentes atmosféricos…

    “Com suas múltiplas funções, o laser é, sem dúvida, a invenção mais impactante do mundo moderno”, diz o físico Nilson Dias Vieira Junior, superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). Há uma área do conhecimento humano, no entanto, em que a revolução provocada pelo laser, ainda que grandiosa, ocorre de maneira silenciosa, quase imperceptível para a maioria das pessoas.

    Na medicina, ele corta (com muita precisão e pouco sangue) músculos, pele e ossos. Monitora o crescimento de tumores e os faz evaporar. Substitui medicamentos no tratamento de doenças crônicas, como artrite reumatoide e asma. Estimula a renovação celular e pode ser capaz até de diagnosticar lesões na retina. Dentro da medicina, ainda, há outra área em que o laser é um bálsamo, sobretudo agora, no verão.

    Na dermatologia, além de remover as manchas de pele e as linhas de expressão, a luz corta literalmente o mal pela raiz, ao danificar os bulbos capilares e impedir o nascimento e o crescimento de pelos indesejáveis. Na temporada de corpos à mostra, não ter de se preocupar com a depilação e exibir as pernas lisinhas o tempo todo é (quase) um milagre.

    Nenhuma área da medicina foi tão beneficiada pelo aperfeiçoamento do laser quanto a dermatologia. Ele é a principal indicação para 95% das terapias antienvelhecimento – da remoção de manchas ao aumento da produção de colágeno, a fibra responsável pela firmeza e elasticidade da pele.

    Na década de 80, o laser era utilizado em apenas 40% dos casos, sobretudo nas peles profundamente marcadas pelo tempo. “Nessa fase, eu não me atreveria a usar o laser em pacientes com menos de 40 anos”, diz Adilson Costa, dermatologista da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

    “As marcas do tratamento – vermelhidão e queimaduras – eram tão profundas que obrigavam os pacientes a ficar em casa por até um mês.”

    Atualmente, alguém que se submete a uma sessão de laser, não importa a finalidade do procedimento, pode sair do consultório do dermatologista diretamente para o trabalho.

    Publicado por jagostinho @ 15:08



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2 Respostas

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  • fernanda Disse:

    é verdade. Fiz um tratamento a laser para tirar manchas do rosto. Uma maravilha. Deus seja louvado por dar inteligencia para os cientistas criarem tudo que está a nossa disposição !

  • dario Disse:

    o laser é a grande descoberta das últimas décadas !!

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