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  • 29nov

    BLOG DO FERNANDO RODRIGUES

    Conforme anunciado por este blog, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), vai permanecer no cargo apesar de todos os indícios de que ele participou de um esquema de distribuição de propinas para aliados.

    Arruda e seu vice, o empresário do setor imobiliário Paulo Octávio (também do DEM), divulgaram uma nota oficial hoje (29.nov.2009) alegando serem inocentes das acusações decorrentes de uma “trama” montada por “adversários políticos”.

    A terminologia da nota de Arruda e Paulo Octávio demonstra uma certa desconexão da realidade vista pelo país inteiro em vídeos no fim de semana. Apesar de toda a manipulação de dinheiro comprovada nas imagens, o governador e seu vice alegam estarem sendo “vítimas” de um “ato de torpe vilania”. Acusam (sem mencionar o nome) o secretário Durval Barbosa, autor dos vídeos e áudios em conjunto com a polícia, de ter urdido tudo de maneira “capciosa e premeditada” para “manchar o trabalho sério e bem sucedido” que estaria sendo feito em Brasília.

    Em resumo, Arruda e Paulo Octávio não respondem objetivamente a nenhuma das acusações veiculadas contra eles no fim de semana. Dizem estar tranquilos e não refutam tecnicamente a acusação de terem participado de um “mensalão do DEM” em Brasília. O Democratas esperava essa explicação hoje, conforme dura nota partidária emitida ontem (28.nov.2009).

    Arruda e Paulo Octávio decidiram ficar onde estão –no comando do governo do Distrito Federal.

    Eis a íntegra da nota:

    “Ainda perplexos pelo ato de torpe vilania de que fomos vítimas por parte de alguém que, até recentemente, se mostrava um colaborador, vimos externar à população do Distrito Federal nossa indignação pela trama de que Estamos sendo vítimas, engendrada por adversários Políticos, valendo-se de pessoa que, à busca das benesses da delação premiada, por atos que praticou nos 8 anos do Governo anterior, urdiu, de forma capciosa e premeditada, versão mentirosa dos fatos para tentar manchar o trabalho sério e bem sucedido que tem sido feito pela nossa administração”.

    “Queremos dizer que estamos tranqüilos, porque sabemos de nossa inocência, e confiamos no sereno e isento trabalho da Justiça de nosso País, onde a verdade sempre acaba se afirmando”.

    “Repelimos os açodados juízos que, muito mais que atingir o princípio constitucional da presunção de inocência, colocam em risco a soberania da verdade democrática”.

    Publicado por jagostinho @ 20:01



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