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  • 28nov

    CONGRESSO EM FOCO

    O ex-secretário de Relações Institucionais do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, detalhou

    Arruda-em apuros, de novo!

    Arruda-em apuros, de novo!

    em depoimento aos promotores do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), em 16 de setembro, o “mensalinho” pago aos deputados distritais.

    No depoimento, Durval afirmou que o deputado distrital Junior Brunelli (ex-DEM, hoje no PSC), recebia desde dezembro de 2002 a quantia de R$ 30 mil todos os meses. Brunelli, no meio político, sempre foi considerado aliado do hoje vice-governador Paulo Octávio (DEM), que acabara de ser eleito senador pelo DF.

    “Sendo que a recomendação de Arruda era de fracionar a distribuição do dinheiro ao longo do mês o máximo possível para que os beneficiados não perdessem o interesse na defesa do candidato Arruda e de seu programa de governo ao GDF”, afirmou Durval aos promotores Sérgio Bruno Cabral Fernandes e Clayton da Silva Germano.

    Pelo relato de Durval, Leonardo Prudente (DEM), presidente da Câmara Legislativa e antigo aliado de Paulo Octávio, recebia R$ 50 mil por mês. O então senador Paulo Octávio e e o então deputado federal Arruda disputaram em 2006 a indicação do partido para ser candidato ao governo do DF. No final, após uma articulação com a direção nacional do partido, decidiu-se pela chapa pura. E com Arruda como candidato a governador.

    Na lista dada por Durval também estavam parlamentares fortemente relacionados com o então governador Joaquim Roriz (ex-PMDB, hoje PSC). Os deputados Eurides Brito (PMDB), que foi secretária de Educação no governo rorizista, Benício Tavares (PMDB), o ex-deputado distrital Odilon Aires e o hoje chefe de gabinete de Arruda, Fábio Simão, recebiam cada um R$ 30 mil por mês.

    Na época, a dissidência do grupo de peemedebistas causou um racha no partido. O presidente da sigla, Tadeu Filippelli, tentou forçar a saída do grupo, mas não conseguiu. Além de garantir apoio na eleição de 2006, o pagamento de propina aos deputados também garantiu ao governo uma garantia na hora de aprovar projetos mais polêmicos.

    Um dos projetos envolvidos em propina foi a aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). Segundo Durval, o responsável pela distribuição aos deputados dos valores arrecadados entre as empresas beneficiadas pela aprovação do projeto era o diretor da empresa incorporadora Paulo Octávio Marcelo Carvalho.

    Publicado por jagostinho @ 09:34



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5 Respostas

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  • jacob Disse:

    o povo de Brasilia tem que se ferrar. Depois de tudo que esse arruda fez no senado ainda elegem o cara para governador. Seu lugar é na cadeia.

  • BARBOSA. Disse:

    esse arruda com cara de santinho chorão é um salafrario refinado.

  • almeida Disse:

    cadeia pra esse gatuno safado.

  • tarcisio Disse:

    o Alceni Guerra e o Taniguchi não estão neste governo? Ah Entaõ está explicado !

  • leal Disse:

    O alceni estava com esse arrudinha e agora está com Beto Richa. Isso sem contar que foi ministro do Collor. O beto Richa merece !!!!

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