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  • 11nov
    Requião:"desocupados"

    Requião:"desocupados"

    Os que não gostam dele, com certeza vão, mais uma vez, adjetivá-lo pejorativamente. O motivo será o pronunciamento de ontem do governador Requião, na Escola de Governo.

    Muito irritado, Requião atacou duramente a atitude de funcionários da Sanepar que estavam fazendo manifestações contra o governo, na entrada do auditório onde acontece sempre a reunião do secretariado estadual.

    Vai sobrar gente criticando Requião e o adjetivo “truculento” estará ecoando em todo Paraná. Mas, afinal, o governador não apoia o trabalhador?  Não permite a liberdade de expressão?

    Vamos explicar. O que fez com que uma centena ou mais de funcionarios da Sanepar, liderados por sindicalistas, não estivessem em seus locais de trabalho, numa manhã de terça-feira e sim berrando contra o governador?

    Simples. Exigiam a participação dos trabalhadores nos lucros da empresa. Nada mais legítimo. Tão pertinente a pretensão que Requião já determinou, semana passada, que houvesse essa distribuição, de acordo com o caixa da Sanepar, até o final do ano. E de forma linear. Ou seja, em torno de 1.650 reais, para cada um, independente do cargo e remuneração.

    Ué ! Então o que estavam fazendo ali?  Nada. Matando o serviço. Servindo de massa de manobra de alguns líderes sindicais. Por isso, as declarações duras do governador. Que, inclusive, determinou que os desocupados fossem identificados e  seus pontos cortados.

    Quando a história fizer o julgamento de Requião vai ficar bem cristalino que atitudes como essas sempre , em sua trajetória política,  lhe deram tantos milhões de votos. Tres mandatos, nas urnas, como governador de um dos maiores estados do Brasil.

    Se os desafetos não gostam, Requião sabe que o povo aprova. Nada melhor para o cidadão saber que a maior autoridade do estado, exerce com determinação a tarefa por ele delegada.

    Se, às vezes, o governador exagera ou extrapola, e não foi o caso em questão, de uma coisa Requião não pode ser definido: pusilâmine. O povão adora seus rompantes. Não quer que seu estado seja transformado em “casa da mãe joana”.



    Publicado por jagostinho @ 10:31



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