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  • 29set

    720px-Flag_of_Brazil_svgAproveitando a complicadíssima situação de Honduras, onde, uma fagulha qualquer, poderá desencadear uma guerra civil, vou reflexionar sobre  a situação e, sem firulas, apresentar minha análise sobre esse delicado momento de crise mundial.

    Começo na parte conceitual. Afinal, qual é o modelo mais apropriado para governar-se uma nação? Existe algo carimbado e definido como ideal?  Respondo, sem pestanejar. Não. Até por que, se existisse, seria o Paraíso na terra.

    A humanidade, por vontade, ou à força, no transcorrer dos séculos, conviveu com todo tipo de experimentos sobre a maneira de governar. E parece que  ainda não aprendemos nada. Nem quero voltar no tempo e, muito menos, explanar academicamente.

    Pretendo ser prático e objetivo. Voltemos, então, ao caso específico de Honduras e seus desdobramentos. E o Brasil está enfiado até a cabeça nesta intrincada situação. Partidarizou e ao escolher um lado, perdeu a chance de mediar e resolver rapidamente uma questão, que, caminha, perigosamente, para um beco sem saída.

    Diz o manual diplomático que, qualquer cidadão, tem o direito de refugiar-se numa embaixada. Não é caso de Zalaya. Ele foi expulso e voltou clandestinamente ao seu país. Mas, isso é apenas um detalhe menor. Teria que pedir asílo político, o Brasil conceder e transportá-lo para cá.

    800px-Flag_of_Honduras_svgFazer de uma embaixada alheia um QG de resistência a um golpe de estado, é estranho à qualquer norma internacional. Sendo sincero, como brasileiro sinto-me debochado por um cidadão que nunca vi, mas que usa e abusa de minha hospitalidade.

    A questão, se é um golpe de estado ou os que comandam, no momento, o país agiram de acordo com a constituição, não é assunto nosso. Nem meu, nem seu e nem do nosso presidente Lula e seus assessores.

    Governo de golpista,  ilegítimo, interino, de fato, genérico, seja qual for a definição, não absolve o Brasil. Há uma intromissão indevida em assuntos de outra nação. Podemos ser contra ou favor. Mas, agindo como o governo brasileiro está, é por lenha, irresponsavelmente, numa fogueira que não fomos nós que acendemos.

    Ditadura nenhuma presta. Não me interessa que cor ela tenha. Quando universitário, conheci a crueldade e o autoritarismo da nossa. E bem por isso, acho que um povo escolhe o seu destino. E o nosso governo menopreza a competencia dos hondurenhos.

    O povo brasileiro elegeu, duas vezes, Lula para ser nosso presidente e não o Dono da Verdade Mundial.

    Menos, presidente !

    Publicado por jagostinho @ 08:26



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7 Respostas

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  • jacob Disse:

    Jota, assino embaixo. Estamos sendo usado por um babaca

  • lauro Disse:

    Esse é o Jota que queremos. Formador de opinião. parabens.

  • alberto Disse:

    temos que combater qualquer golpe de estado. Mas o Zelaya está abusando. O lula já avisou ele para parar de agitar.

  • fred Disse:

    seguinte. Se ali tivesse petroleo oa americanos já tinham invadido.

  • foquinha Disse:

    quero tudo arrumadinho depois que os mortos de fome sairem ok? kkkk

  • antonio Disse:

    Jota como sempre, voce comenta bem a situacao seja ela onde for. Nao bastasse os problemas internos que sao grandes, aparece Honduras. QUE HONDUREZA!

  • jagostinho Disse:

    Antonio, vc é sempre gentil comigo. Vou usar sua perspicaz expressão “Que Hondureza!!” Um grande abraço!

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