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  • 06set

    RADAR/VEJA

    O primeiro e o último

    Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: “Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma eleição tranquila (e se for candidato, pois a meta de Alckmin é voltar ao governo). Alcançaria 39% dos votos como primeira opção e 24% como segunda. Em seguida, iriam Aloizio Mercadante (20% e 17%), Romeu Tuma (12% e 27%), Orestes Quércia (8% e 18%). Na lanterna ficou Protógenes Queiroz, que seria a primeira opção para apenas 1% dos eleitores e a segunda para 3%.

    O fim da marolinha

    Mais um indicador de que a crise acabou por aqui: os índices de desigualdade e renda voltaram aos mesmos níveis pré-crise – e que eram os melhores da história. Segundo um estudo coordenado pelo economista Marcelo Neri, da FGV-RJ, que será lançado na quarta-feira, a desigualdade de renda passou por forte deterioração em janeiro, quando 30% das melhoras dos últimos anos se perderam. Mas já retornou ao mesmo patamar de julho de 2008. A classe C, que reúne 53% da população, continuou sorrindo até na crise: entre julho de 2008 e julho de 2009, sua renda cresceu 2,5%. As classes A e B estão somente 0,5% abaixo dos níveis de um ano atrás.

    Palocci? Quem é?

    O PT tem pesquisa mostrando que o conhecimento do paulista em relação a Antonio Palocci é surpreendentemente baixo para quem ocupou por mais de dois anos o posto de ministro da Fazenda e de lá saiu em meio a um barulhento escândalo. Aos números: apenas cerca de 25% dos paulistas sabem quem é ele. Ou seja, somente um quarto dos eleitores é capaz de dizer que cargo Palocci ocupou e de ter uma opinião sobre ele. O governo paulista é o seu objeto de desejo.

    É a Dilma mesmo

    Dilma Rousseff é a candidata, e ponto final. Lula nem em particular admite um plano B – ou “plano P”, de Antonio Palocci. José Dirceu é outro que repete o mantra em todas as conversas que tem tido. A insistência dos dois dá a medida da incerteza que ainda paira..

    Amigas de infância

    A propósito de Dilma, não há uma temporada de dois dias que ela passe em São Paulo sem que Marta Suplicy a convide para almoçarem ou jantarem juntas em sua casa.

    Mágoa salgada

    Em particular, os governadores Sérgio Cabral (RJ) e Paulo Hartung (ES) reclamaram do que julgaram falta de consideração de Dilma Rousseff durante a redação do marco regulatório do pré-sal. A dupla não recebeu um telefonema sequer da presidenciável no período.

    Banco blindado

    O andar onde trabalham Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, na sede do Itaú Unibanco, em São Paulo, acaba de ter suas janelas e fachada totalmente blindadas.

    Publicado por jagostinho @ 10:30



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