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  • 18set

    DIÁRIO DO PODER

    Presidente do STF diz que casos polêmicos estão fora da pauta deste ano

     

    Toffoli adiou prisão após 2ª instância, aborto, maconha etc

     

    O presidente do STF defende o  uso do plenário virtual como forma de agilizar os trabalhos e desafogar o plenário do Supremo. (Foto: Carlos Moura/ STF)

     

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Dia Toffoli afirmou nesta segunda-feira (17), durante sua primeira coletiva de imprensa no comando da Corte, que temas polêmicos, como aborto, maconha e prisão após condenação em segunda instância, estão fora da pauta da Corte.

    “Casos polêmicos não serão pautados neste ano”. 

    Essa decisão estende-se para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde também não serão pautadas matérias polêmicas.

    Toffoli também ressaltou que temas como esses, descriminalização da maconha, ou autorização do aborto até a 12ª semana, por sua importância e abrangência social, não devem ser tratados unicamente pelo Poder Judiciário, mas devem ser amplamente debatidos com os outros poderes.

    “Temos essa questão (aborto) e a questão das drogas. São polêmicas, temos que dialogar esses casos com o Congresso, com o Ministério da Segurança Pública. Não podemos discutir esses temas sozinhos”.

    Outra grande polêmica que ronda a Suprema Corte é a liberdade do ex-presidente Lula, em relação a esse recurso, Tofolli disse que é necessário conversar com os outros magistrados para definir o momento mais adequado para análise, mas que não será neste mês.

    “Se eventualmente o ministro Ricardo Lewandowski liberar para o plenário físico essa pauta, eu pretendo conversar com ele para saber quando será pautado. Em setembro não será pautado”.

    Agilidade por meio do plenário virtual

    O presidente do STF defende o  uso do plenário virtual como forma de agilizar os trabalhos e desafogar o plenário do Supremo.

    “Não existe Suprema Corte no mundo que tenha a quantidade de processos que nós recebemos e nós temos que julgar”.

    Toffoli afirmou que outros ministros também são favoráveis a ampliação do uso desse ambiente virtual, “não é só um acessório, ele é um verdadeiro plenário”.

    Para o ministro o plenário virtual pode julgar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), e defendeu que o fato de um pleito ir para o plenário virtual não significa que ele terá uma análise menor ou menos atenciosa.

    Para Toffoli, “iremos votar pelo smartphone mais a frente, não tenho dúvida disso. A democracia vai se transformar com as redes sociais e o Judiciário tem acompanhar essas mudanças”.

  • 18set

    BEM PARANÁ/BLOG DO TUPAN

     

    Campanha de Cida tenta viabilizar candidatura de Arruda

     

    Campanha de Cida tenta viabilizar candidatura de Arruda
    João Arruda e Cida Borghetti (Foto: Divulgação) 

    Abatida pelo fraco desempenho e agora pelo episódio da prisão do principal aliado, o ex-governador Beto Richa (PSDB), a campanha de Cida Borghetti parece que jogou a toalha e tenta, a todo custo, turbinar a campanha do deputado federal João Arruda (MDB), candidato ao governo do Paraná.

    No sábado, em uma ação planejada, os dois se encontraram em uma caminhada no calçadão da rua XV, no centro de Curitiba, e protagonizaram um abraço público e simbólico para formalizar a união.

    Ricardo Barros, o marido de Cida e coordenador da campanha à reeleição da governadora, teria prometido a João Arruda “toda a ajuda possível”, incluindo o trabalho “voluntário” dos funcionários de ativistas digitais ligados ao Palácio Iguaçu.

    O esforço desesperado de impedir a decisão em 7 de outubro inclui a difusão de críticas de Arruda a Ratinho Júnior, combinadas com as críticas de Requião.

    A estratégia do Palácio Iguaçu parte do princípio de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”.

  • 18set

    TNOline

     

    No oeste, Ratinho Junior fala da necessidade de melhorar o escoamento da produção rural

     

    Ratinho abraça eleitor em campanha no Oeste (Foto: Divulgação)

    Ratinho abraça eleitor em campanha no Oeste (Foto: Divulgação)

     

    Um dos assuntos destacados por Ratinho Junior, candidato ao governo do Paraná pelo PSD em encontro, na manhã desta segunda-feira, 17, com empresários e representantes do setor produtivo da região de Marechal Cândido Rondon, na sede da Associação Comercial e Empresarial do município (Acimacar), foi o problema que os produtores do Paraná enfrentam para escoar a safra.

    Ele falou que pretende rediscutir a questão do pedágio. De acordo com o candidato ao governo do Estado, o modelo atual não pode ser implantado no futuro.

    “Eu defendo uma licitação internacional, para que fundos de investimentos do mundo todo possam participar da nossa concessão de pedágio e para que a empresa vencedora trabalhe para diminuir o preço em 40 ou 50%”.

    “Outra exigência para um novo modelo é fazer com que as obras aconteçam no início da concessão, não depois de 20 anos, como tem acontecido”, garantiu.  

    Sobre os investimentos em infraestrutura, Ratinho Junior reafirmou a necessidade de criar, no Paraná, um Plano Diretor de Infraestrutura, com o intuito de planejar o Estado para os próximos 10 anos.

    “Vamos investir nas rodovias e ferrovias do estado, começando com a conservação das estradas da zona rural. Temos que implantar um programa estadual de apoio aos municípios para manutenção destas vias, auxiliando no escoamento da produção rural”, afirmou o candidato. 

    A agenda de Ratinho Junior no oeste do Estado, nesta segunda, incluiu reunião com lideranças lindeiras do município de Mercedes e visita a indústrias da cidade de Toledo.

  • 18set

    GAZETA DO POVO

     

    “Por que o eleitor de Bolsonaro é tão fiel? Com a palavra, o próprio eleitor

    Eleitorado do candidato a presidente pelo PSL demonstra muita fidelidade a ele. A Gazeta do Povo foi atrás de eleitores de Bolsonaro para saber as razões que explicam esse fenômeno”

    Multidão carrega Bolsonaro: fidelidade ao candidato. Heuler Andrey/AFP”

     

    “O maior enigma que os estrategistas das campanhas dos presidenciáveis vêm tentando decifrar, sem sucesso até agora, é como tirar votos de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, líder em todas as pesquisas de intenção de votos.

    O eleitorado do capitão da reserva tem se mostrado muito fiel – a despeito de os adversários o acusarem de ser autoritário, defensor da violência, racista, homofóbico, machista, fascista, entre outros termos pejorativos.

    Nada disso parece importar para seus adeptos. Por quê?

    Para responder a essa pergunta, a Gazeta do Povo ouviu aqueles que podem dar a explicação: eleitores de Bolsonaro.

    Foram longas entrevistas com dois brasileiros que se enquadram no perfil do eleitor típico do candidato: homem, branco, de renda média ou alta, do Centro-Sul do país.

    Mas a reportagem também buscou quem decidiu votar no candidato do PSL apesar de estar fora do padrão bolsonarista: uma mulher, negra, umbandista e moradora de periferia.

    Os depoimentos não deixam dúvida: quem vota em Bolsonaro não acredita que o candidato se encaixa nos adjetivos negativos a ele atribuídos porque simplesmente pensa de uma forma muito semelhante ao do deputado.

    É possível especular que, de certa forma, as críticas direcionadas ao candidato do PSL também atingem esses eleitores em suas convicções pessoais – o que torna a adesão a Bolsonaro ainda mais forte. 

    Há também outros motivos. Os eleitores do capitão da reserva veem nele a única opção para dar um jeito nessa “bagunça toda” – a ponto de relativizarem aquilo que até mesmo admitem serem falhas do presidenciável.

    E também identificam em Bolsonaro a personificação de sua rejeição, ideológica ou circunstancial, ao PT e à esquerda de um modo geral – vista por grande parte desses eleitores como “socialista”.

    A ideia de que o país está indo para o buraco – seja na política, na segurança pública ou no campo dos valores morais – é muito forte entre os bolsonaristas.

    “A nação está à deriva; não tem mais rumo. Só se prega a coisa para o lado errado aqui [no Brasil]. Hoje, para você educar a família, está um caos. Não se pode nem colocar a mão na bunda de um filho. É para educar sem um tapa? Está fora da realidade. Para quê esse exagero”, questiona o produtor rural goiano Cláudio Gorgen, de 48 anos, dono de propriedades agrícolas em toda a região Centro-Oeste.

    Morador de Chapadão do Céu (GO), ele tirou dinheiro do próprio bolso para instalar um outdoor na cidade com propaganda do candidato. 

    A expectativa dos bolsonaristas é de que o candidato do PSL vai mudar tudo de ruim que está por aí.

    “Ele [Bolsonaro] veio para fazer a revolução”, afirma a cabeleireira carioca Vivian Graziele de Moraes Pereira, 34 anos, moradora de Bento Ribeiro, bairro no subúrbio do Rio de Janeiro.

    “É uma expectativa muito grande de que ele possa fazer uma mudança, de que ele tenha esse impacto favorável. Para mudar o país como um todo, acabar com isso tudo que tá acontecendo… essa crise financeira, esses hospitais da forma que estão, essas escolas, o policiamento. Ele veio para mudar tudo.”

    Mas por que só Bolsonaro pode fazer isso? Porque ele teria o principal atributo que seus eleitores acreditam ser necessário para pôr ordem na casa.

    “Bolsonaro tem uma qualidade de que eu gosto: ele é militar. Os militares são disciplinados. E, para mim, quanto mais disciplinado, menos corruptível a pessoa é. Isso é uma grande diferença”, diz o empresário catarinense Ricardo Luís Schmitt, 33 anos, morador da cidade industrial de Jaraguá do Sul (SC) e sócio-proprietário de uma editora de informativos contábeis.

    O militarismo, por sinal, faz parte da vida de Schmitt. E isso explica outra coincidência de seu pensamento com o de Bolsonaro: a defesa da liberdade de cada cidadão ter uma arma para se defender.

    “Meu pai foi do Exército até os 26 anos. Ter arma na minha família é comum (…). Hoje, não tenho porque eu não consegui [porte]. Mas não quer dizer que eu não sei atirar. Na nossa região isso é muito comum por causa da Festa dos Atiradores. Quem não sabe atirar?”, afirma o empresário catarinense, referindo-se à tradicional Schützenfest (Festa dos Atiradores) de Jaraguá, cidade de forte colonização germânica. 

    “Arma não é um problema, para mim. Mas, sim, solução (…). Se você está em casa e acontece um assalto, tem como se defender. A polícia não tem como estar 24 horas ali. Se sua esposa pode ser estuprada… Sou a favor de me defender de igual para igual”, diz.

    “O que me chama mais atenção do Bolsonaro mais do que o [João] Amoêdo [candidato a presidente pelo Novo], que acho que não tem pulso tão forte como o Bolsonaro, é a liberação da posse de arma. Acho essencial para a democracia. E o socialismo quer tirar o poder do povo. E sou totalmente a favor de dar poder ao povo para liberar e ter livre comércio.”

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  • 18set

    BEM PARANÁ/BLOG DO TUPAN

     

    Beto Richa quer continuar na disputa pelo Senado

     

    Beto Richa quer continuar na disputa pelo Senado
    Beto Richa e Gilmar Mendes (Foto: Divulgação)

    Após ser solto pelo ministro Gilmar Mendes, o ex-governador Beto Richa (PSDB) tomou a decisão de disputar ao Senado, na coligação com Cida Borghetti (PP).

    Tanto que ele convocou uma reunião com prefeitos que o apoiam, nesta quarta(18), às 10h, no comitê da Matheus Leme.

    O encontro deve servir para medir a força de Richa.

    Mas existe um grande problema.

    A maioria dos prefeitos ainda não confirmou a presença para evitar complicações com a base eleitoral.

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