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  • 18jan

    RENOVA MÍDIA

     

    Presidente interino da Venezuela celebra apoio de Jair Bolsonaro

     

    Nos últimos dias, o nome de Juan Guaidó, líder da Assembleia Nacional (AN) e presidente interino da Venezuela, tornou-se onipresente na política internacional

     

    Presidente interino da Venezuela celebra apoio de Jair Bolsonaro

    Juan Guaidó, 35 anos, é visto como a grande esperança da oposição em momentos de relançamento de sua luta para tirar o ditador Nicolás Maduro do poder.

    Dias atrás, o presidente interino da Venezuela foi brevemente sequestrado por capangas do serviço de inteligência de Maduro, colocando o seu nome ainda mais no noticiário internacional.

    O presidente interino venezuelano disse que recebeu um telefona do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) após assumir a Presidência do Parlamento.

    Em entrevista ao jornal “O Globo“, Guaidó falou sobre o apoio do governo do presidente Jair Bolsonaro:

    “Foi uma mensagem de respaldo contundente a nossa causa, um respaldo pleno ao que estamos fazendo para recuperar nossa democracia.

    Também a confirmação de que não será reconhecido o governo de Maduro, o que para nós é muito importante.

    Foi uma conversa amável, muito cálida.”

    O líder da Assembleia Nacional acrescentou:

    “O governo Bolsonaro tem nos dado um apoio muito sólido, mesmo antes da posse.

    Sua chegada ao poder foi uma boa notícia, num marco de respeito pela democracia e direitos humanos fundamentais.”

    Guaidó afirma ainda ter acompanhado de perto os encontros do chanceler Ernesto Araújo com lideranças opositoras venezuelanas, como o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, e o presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) no exílio, Miguel Angel Martín.

  • 18jan

    G1-TV GLOBO

     

    Ex-ministro da Defesa Joaquim Silva e Luna assumirá direção-geral da Itaipu Binacional

     

    Ele foi o primeiro militar a ocupar o cargo de ministro da Defesa, no governo Michel Temer. Governo Bolsonaro pretende colocar militares em postos de comando das estatais

     

    O ex-ministro da Defesa e novo diretor-geral de Itaipu Binacional, general Silva e Luna — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilO ex-ministro da Defesa e novo diretor-geral de Itaipu Binacional, general Silva e Luna — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

     

    O ex-ministro da Defesa Joaquim Silva e Luna foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar o cargo de diretor-geral da de Itaipu Binacional, hidrelétrica responsável por 17% da energia consumida no Brasil e 76% da demanda paraguaia.

    A nomeação de Joaquim Silva e Luna para a direção de Itaipu faz parte da estratégia do governo Bolsonaro de colocar militares em postos de comando das estatais.

    Segundo ele, o cargo é “estratégico para o Brasil e requer uma boa bagagem de experiência em gestão”.

    De acordo com Silva e Luna, o convite para ocupar o posto foi feito no mesmo dia em que transmitiu o cargo de ministro da Defesa para o general Fernando Azevedo.

    “Mantive a discrição. Tenho tido reuniões constantes no Ministério das Minas e Energia”, afirmou.

    No último dia de governo, em 31 de dezembro, o ex-presidente Michel Temer nomeou o ex-ministro Carlos Marun para o conselho de Itaipu.

    nomeação enfrentou resistência entre integrantes do governo Bolsonaro, mas o atual presidente decidiu manter Marun na vaga de conselheiro.

    Perfil

    General da reserva do Exército, Joaquim Silva e Luna foi o primeiro militar a exercer o cargo de ministro da Defesa, no governo do ex-presidente Michel Temer.

    Ele tem pós-graduação em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

    Também é pós-graduado, pela Universidade de Brasília, em Projetos e Análise de Sistemas.

    Durante a carreira no Exército, Silva e Luna comandou o 6º Batalhão de Engenharia de Construção (1996-1998), em Boa Vista (RR), e a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (2002-2004), em Tefé (AM).

    Em Brasília, foi diretor de patrimônio (2004-2006), chefe do gabinete do comandante do Exército (2007-2011) e chefe do Estado-Maior do Exército (2011-2014).

    Também participou da Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai e atuou como adido em Israel de 1999 a 2001.

  • 18jan

    DIÁRIO DO PODER

     

    IPOJUCA PONTES

    A cultura especial de Osmar Terra (gigantismo burocrático e terror)

     

    Em 1990 assumi a Secretaria Nacional da Cultura criada à luz da reforma administrativa empreendida pelo governo Collor de Mello.

    Antes, reinava na área a figura movediça de José Aparecido, o Zé das Medalhas.

    Na própria semana de deixar o cargo, o mineiro empapuçara o então Ministério da Cultura – sinônimo de malversação do dinheiro público, permissividade e empreguismo – com a nomeação irregular de 250 novos funcionários.

    O chamado “trem da alegria”, que transbordara o espaço sujo ocupado por uma burocracia em expansão, carregava consigo filhos de ministros, políticos, diplomatas, ex-assessores, cunhados (“não são parentes”, dizia Brizola), afilhados etc. – a confirmar, assim, como de praxe, a tradição do patrimonialismo estatal já à época minado pela sanha vermelha.

    No resumo da ópera, só o Minc em Brasília mantinha 4.371 funcionários, sem contar os 1.050 alocados na Embrafilme e servidores do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, fundações e órgãos regionais.

    Na sua estrutura dilatada, o Solar de Aparecido encampava as repartições Pró-Memória, SPHAN, Funarte, Fundacem, Pró-Leitura, Casa Rui Barbosa, Cinemateca Brasileira, Palmares e penduricalhos

    Transformada o Minc em Secretaria Nacional da Cultura, na sábia reforma administrativa de Collor, todas as fundações do ex-Ministério foram englobadas em dois institutos: IBAC e IBPC.

    Por uma questão de autonomia, criou-se a Fundação Biblioteca Nacional e foram mantidas as fundações Palmares e Casa Rui Barbosa.

    De quebra, extinguiu-se a Embrafilme, um aparelho ideológico esquerdista perpassado pela corrupção, pelo empreguismo, pelo desperdício e pela mais baixa politicalha, conforme denunciei no esgotado “Cinema Cativo” (Editora EMW, 1987).

    Resultado: no final da reforma, a Secretaria Nacional da Cultura totalizava 2.796 funcionares e prestadores de serviços.

    Com a queda de Collor, um mandatário que subestimara a ação comunista do Foro de S. Paulo comandado por Fidel, Lula e Zé Dirceu, o que parecia um espaço institucional já saturado, transbordou em escala vertiginosa nos corruptos governos socialistas (ou, vá lá, social-democrata) de FHC, o vasilinoso, Lula da Selva, o Chacal, Dilma Rousseff, a Guerrilheira, e Michel Temer, o Conivente. T

    oda essa gente, seguindo a agenda gramsciana da “ocupação de espaços” objetivando a criação de um novo “senso comum transformador e revolucionário”, tendo como álibi a “inclusão social”, caiu de bocarra para sugar os cofres da nação combalida em permanente estado de catalepsia.

    Com a fina flor da malandragem política no poder, a Secretaria da Cultura voltou a ser ministério e tornou-se, tal como a Hidra de Lerna, um monstro de muitas cabeças a devorar orçamentos até então inimagináveis, parir leis fraudulentas e verticalizar o aparelhamento do Estado nos dois lados do balcão.

    (Nota: quando, por insistência de Gilberto Gil, estive em Brasília por ocasião dos 20 anos do Minc, em 2005, fiquei espantado: o milionário cantor baiano me mostrou dois andares do prédio ministerial em reformas e adiantou que a Pasta contava com 15 mil e tantos funcionários – ao tempo em que vibrava com o gigantismo estatal em ebulição, enquanto lá fora a miséria corria solta).

    Muito bem. Pelo que se presumia, com a derrota da comunalha e a ascensão de Jair Bolsonaro, conduzido à Presidência da República pelo voto popular (indignado contra a “hegemonia” vermelha), eis que aparece a figura do ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS) e apresenta um quadro estrutural da Secretaria Especial da Cultura do novo governo cuja composição denuncia a hipertrofia do Estado burocrático e que não altera em nada o gigantesco aparato dos corruptos governos esquerdistas anteriores.

    Tudo permanece como dantes no quartel de Abrantes. Vale a pena verificar:

    Secretaria Especial da Cultura,

    2) Secretaria da Diversidade Cultural,

    3) Secretaria do Audiovisual,

    4) Secretaria da Economia Criativa,

    5) Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura,

    6) Secretaria de Difusão e Infraestrutura Cultural,

    7) Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual.

    As autarquias:

    8) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

    9) Agencia Nacional de Cinema – a encalacrada ANCINE,

    10) Instituto Brasileiro de Museus (o mesmo que deixou o Museu Nacional ser destruído pelo fogo)

    11) Autoridade de Governança do Legado Olimpico – Agio

    As fundações:

    12) Fundação Casa Rui Barbosa

    13) Fundação Cultural Palmares

    14) Fundação Nacional de Arte

    15) Fundação Biblioteca Nacional

    Os Departamentos:

    16) Departamento do Sistema Nacional de Cultura

    17) Departamento de Promoção da Diversidade Cultural

    18) Departamento de Empreendedorismo Cultural

    19) Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas

    20) Departamento do Fomento Indireto

    21) Departamento do Fomento Direto

    22) Departamento de Desenvolvimento, Análise, Gestão e Monitoramento

    22) Departamento de Política Regulatória

    23) Departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização

    E os Órgãos Descentralizados e Escritórios Regionais

    24 – Órgãos Colegiados

    25) Conselho Nacional de Política Cultural

    26) Comissão Nacional de Incentivo à Cultura

    27) Comissão do Fundo Nacional da Cultural

    28) Conselho Superior de Cinema 29) Conselho Nacional de Economia Solidária.

    Para gerir toda essa parafernália diabólica, é permitido ao ministro da Cidadania nomear centenas de burocratas em endinheirados cargos em comissão do tipo DAS (Direção de Assessoramento Superior), FCPE (Função Comissionada do Poder Executivo) e FG (Função Gratificada), um coquetal de maná para políticos profissionais, partidos em busca do aparelhamento estatal e um horror para os trabalhadores brasileiros que carregam todo esse antro de iniquidades nas costas.

    Da forma como se estrutura a Cultura Oficial de Osmar Terra, é mais que provável que os 15 mil e tantos funcionários avaliados por Gilberto Gil ultrapassem, hoje, depois da gestão de Juca Ferreira, Marta Suplicy e similares, a casa dos 30 mil burocratas.

    E tudo isso pra quê?

    O ministro Terra disse, de forma inconsequente, que a Lei Rouanet, filha bastarda da Lei Sarney, “não pode acabar, ela é importante”.

    E adiantou que, de agora em diante, o teto de dinheiro dado pela lei fraudulenta será de R$ 10 milhões, o mesmo em dinheiro dado para produção de “Marighella” – cinebiografia do terrorista Carlos Marighella, mulato de olhos verdes plagiador ordinário do “Catecismo Revolucionário” do bandido russo Sergei Netchaiev – dirigido pelo batoré Wagner Moura, um quadro ativista da esquerda no cinema.

    (Nota curiosa é que o ministro, em contrapartida ao dinheiro dado pela Lei à subversão, exigirá a disponibilidade de 20% dos ingressos entre as famílias de baixa renda. Ou seja, tudo aquilo que os comunistas almejam: um hipotético público carente, que não assiste cinema nacional nem que a vaca tussa e o boi espirre, para “lavar a cabeça” da massa).

    Talvez Osmar Terra seja um inocente útil, mas não tão inocente assim para deixar de saber que a Cultura Oficial brasileira, tal como UNE, MST, CUT, PT e o Foro de S. Paulo, todos ativistas da subversão, é a principal inimiga da sociedade aberta (Karl Popper), do livre mercado, da democracia – e, claro, do governo Bolsonaro.

    O Presidente da República e o ministro da Economia, Paulo Guedes, precisam tomar providências imediatas!

    P S – Os Estados Unidos, país mais rico do mundo, não tem Ministério da Cultura.

    E jamais permitiu que se produzisse 150 filmes torrando o dinheiro do contribuinte indefeso.

  • 18jan

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Compromisso é tornar o Paraná referência em educação, afirma governador

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior, acompanhou a apresentação das diretrizes de trabalho da nova gestão para a Educação, em encontro com o secretário Renato Feder e funcionários da Secretaria de Educação e do Esporte.Curitiba, 17-01-19.Foto: Foto: Rodrigo Félix Leal

     

    Melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e tornar a rede pública referência nacional e internacional em ensino e aprendizagem são compromissos do Governo do Paraná, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

    Ele deu posse formal nesta quinta-feira (17) ao novo secretário da Educação e do Esporte, Renato Feder, em cerimônia na sede da Secretaria, em Curitiba.

    “Temos um desafio muito grande, pois o Paraná é o sétimo no Ideb. Com o potencial, o quadro técnico e os professores que temos, podemos estar em primeiro lugar”, afirmou o governador.

    “A ideia é repensar de uma maneira inovadora um novo jeito de se fazer educação no Paraná para que possamos chegar ao topo do ranking.”

    Ratinho Junior explicou que haverá uma reformulação na estrutura organizacional da pasta, com foco na qualificação dos professores e das equipes pedagógicas e na gestão das escolas, para melhorar os índices no médio prazo.

    MEDIDAS – O governador destacou medidas que já estão sendo executadas pela Secretaria, como a seleção dos 32 novos chefes dos Núcleos Regionais de Educação.

    “Até agora a indicação era política. Estamos rompendo com esse modelo, passando por um teste seletivo muito criterioso”, disse.

    “O chefe de núcleo precisa ter capacidade técnica, porque ele será o topo da pirâmide para as boas práticas que queremos implantar na sala de aula”, explicou.

    O Paraná também deve buscar modelos que deram certo em outros estados e países.

    Ratinho Junior citou os projetos Escola Segura, para combater a evasão escolar e trazer mais segurança ao entorno das escolas, e Ganhando o Mundo, que prevê a concessão de bolsas de intercâmbio para o exterior a estudantes dos ensinos fundamental e médio.

    “Vamos buscar bons exemplos no Brasil e fora do país. Hoje, Goiás tem o melhor Ideb do Brasil. Estamos trazendo alguns técnicos de lá para nos ajudar”.”

    Outros estados, como o Ceará e o Espírito Santo, também têm boas medidas educacionais. Estamos montando uma equipe de elite para aplicar esses bons exemplos no Paraná”, ressaltou.

    FORTALECIMENTO – O secretário Renato Feder afirmou que a pasta também trabalha com a ampliação e fortalecimento da rede de ensino e com a valorização dos professores e profissionais da educação.

    “A Secretaria olha e pensa como apoiar o professor para que ele dê uma boa aula, para que ele se sinta valorizado”, afirmou.

    De acordo com o secretário, o material didático será revisto e elaborado pelo próprio Estado.

    “Estamos construindo um material do Paraná, que dê mais facilidade e converse melhor com o professor”, destacou Renato Feder.

    VOLTA ÀS AULAS – Feder também apresentou uma agenda de ações que serão implantadas com foco na volta às aulas, em 14 de fevereiro.

    O primeiro passo é o processo de seleção para chefes de núcleo, que começa nesta sexta-feira (18).

    Também está prevista uma formação com todos os diretores dos colégios estaduais do Paraná na semana que vem.

    Outra medida é a melhoria da estrutura das escolas. Feder explicou que as unidades mais necessitadas e com problemas mais graves estão recebendo reparos emergenciais para começar o ano letivo aptas para receber os alunos.

    Cerca de 100 escolas estão passando por reformas.

    PERFIL – Renato Feder é formado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e tem mestrado em economia na Universidade de São Paulo (USP).

    O empresário foi assessor voluntário da Secretaria de Educação de São Paulo, professor de Matemática por oito anos e de Economia por quatro anos.

    Também foi diretor, por oito anos, do Colégio ALEF, escola de São Paulo sem fins lucrativos.

    PRESENÇAS – Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os presidentes do Instituto Fundepar, José Maria Ferreira; e do Conselho Estadual de Educação, Oscar Alves; o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, João Carlos Ortega; os deputados estaduais Hussein Bakri e Rubens Recalcatti; e os deputados eleitos Luiz Goulart e Emerson Bacil.

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